quinta-feira, 7 de julho de 2016

5 dicas para cuidar do motor do seu carro


Com alguns cuidados básicos, o motor do carro pode ter uma vida útil muito maior e manter sempre o bom desempenho.

Muitas pessoas se preocupam apenas com a aparência do carro, mas se esquecem de que assim como qualquer outro equipamento, o automóvel também precisa de manutenção, especialmente no motor, que é o responsável por fazê-lo se movimentar.

Considerado o coração do carro, o propulsor precisa de alguns cuidados simples (no mínimo) para funcionar corretamente e oferecer o melhor desempenho. Além disso, uma boa manutenção pode evitar o aparecimento de problemas, principalmente nas horas em que o motorista mais precisa do veículo.

A presença de fumaça expelida através do escapamento, baixa potência, ruídos estranhos e vazamento ou alto consumo de óleo lubrificante podem ser indicativos de que há algum problema no motor do carro.

Se você quer aumentar a vida útil do motor e evitar aborrecimentos e gastos com a oficina, confira algumas dicas para cuidar do motor do seu carro.


1. Fique atento à troca do óleo: Verificar o nível do óleo com frequência é importante. Responsável por refrigerar, lubrificar e limpar o coração do carro, o óleo é fundamental para o funcionamento do motor. Geralmente, a troca do óleo deve ser feita a cada 10.000 ou 15.000 quilômetros rodados, mas como cada veículo possui especificações diferentes, basta checar o manual do automóvel e seguir as recomendações. Além disso, verifique o nível de óleo com frequência, fazendo isso com o motor frio. Não se esqueça de também verificar a condição do filtro de óleo.

2. Faça a manutenção dos componentes do motor: O proprietário também precisa ficar atento aos componentes do motor, como verificar o estado de conservação das velas. Trocar as velas, filtros de ar e de combustível, além do carburador, dentro do período recomendado pelo fabricante, é outra maneira de manter o motor em bom estado de conservação e de evitar altos consumos de combustível. Fique atento ainda a outros componentes do motor e lembre-se que ele também precisa de água no sistema de arrefecimento, além de um aditivo para conservar as peças.

3. Use combustível de qualidade: Um bom combustível também auxilia no aumento da vida útil do propulsor. Na hora de abastecer o carro, utilize sempre combustível de qualidade, comercializado em postos de confiança. A gasolina aditivada traz detergentes especiais que ajudam na limpeza do sistema de injeção, enquanto a Premium é recomendada para motores mais potentes. Já a comum dispensa apresentações.

4. Não dirija com o motor superaquecido: Dirigir com o motor superaquecido pode causar sérios danos ao veículo. Caso o motor superaqueça, pare o carro imediatamente, em um local seguro, abra o capô e espere o propulsor esfriar para conferir o nível de água no reservatório (tome cuidado para não se queimar). Se a água estiver pouca, complete-a, mas nunca rode com o motor superaquecido, pois isso pode trazer sérios danos para o carro.

5. Não deixe de fazer as revisões periódicas: Para que o motor mantenha o seu bom desempenho sempre, manutenções periódicas também são necessárias. De tempos em tempos, leve o veículo ao seu mecânico de confiança, especialmente quando estiver para fazer uma viagem mais longa com o carro.

Fonte: http://goo.gl/8xN0RC

terça-feira, 5 de julho de 2016

10 erros comuns na manutenção e direção de carros


O desenvolvimento da indústria automobilística tem permitido que sejam lançados carros cada vez mais confiáveis e menos sujeitos a defeitos. Por exemplo, enquanto antigamente bastava à pessoa ficar parada por algum tempo em um engarrafamento para o motor ferver, hoje os sistemas de arrefecimento garantem que os motores sejam usados nas condições mais adversas, sem nenhum problema. Isso, é claro, se o sistema estiver devidamente abastecido de água ou de fluido refrigerante e em perfeitas condições de funcionamento. Para ajudar você a se prevenir, nesse artigo vamos falar dos erros comuns na manutenção e direção de carros.
De fato, a maior parte dos defeitos que ocorrem atualmente poderia ser evitado, uma vez que é decorrente de falhas na conservação e condução do veículo.

1. Deixar o combustível chegar na reserva

Essa é uma prática bastante comum, que pode provocar a queima da bomba de combustível por superaquecimento. Isso ocorre porque a bomba fica instalada no interior do tanque, o que permite que o combustível atue como um refrigerante do equipamento. Com pouca gasolina ou álcool no tanque a capacidade de refrigeração também é pequena, o que pode levar à queima.
tanque combustivel reserva
Cabe considerar que, além do prejuízo provocado pela necessidade de trocar a bomba e do inconveniente que uma parada não programada pode acarretar, há também o risco de ela acontecer em local perigoso, o que precisa ser evitado a todo custo.
Portanto, rode sempre com o marcador acima da reserva!

2. Atravessar lombadas, valetas e buracos na diagonal

Muitos motoristas acreditam que essa prática alivia a suspensão, o que é inteiramente falso. A única coisa que ela provoca é a torção da carroceria do veículo, o que pode provocar danos em pontos de solda e em peças de acabamento interno. Isso acabará acarretando naqueles barulhos inconvenientes.
O correto é passar com cuidado pelas irregularidades da pista com as 2 rodas ao mesmo tempo.

3. Atravessar lombadas em alta velocidade

As suspensões modernas suportam bastante as irregularidades da pista e muitos veículos não trazem desconforto quando elas são enfrentadas. Por isso, alguns motoristas não fazem grande caso das lombadas que, não por acaso, também são conhecidas como “quebra-molas”, o que pode danificar seriamente a suspensão.
O correto é atravessar as lombadas em baixa velocidade. Afinal, também é preciso considerar que elas estão ali por algum motivo de risco, servindo justamente para obrigar o condutor a reduzir a velocidade.

4. Ficar de olho só na quilometragem para fazer a troca de óleo

Muitas pessoas não sabem que o óleo lubrificante tem prazo de validade e consideram apenas a quilometragem para fazer a troca. Assim, se adquirem um óleo com vencimento próximo e se o carro anda pouco, há o risco de rodar com um produto ruim durante um longo período, mesmo que a quilometragem para a próxima troca não tenha sido atingida, o que é péssimo para o motor.
Portanto, na hora da troca, pergunte qual é a validade do óleo que está sendo adquirido. O prazo varia de fabricante para fabricante e deve vir indicado na embalagem.

5. Descansar o pé na embreagem

A esquerda da embreagem os carros têm uma área apropriada para o descanso do pé. Definitivamente, esse local não é o pedal da embreagem. Por menor que seja a pressão sobre ele, ela será suficiente para provocar um leve acionamento do sistema e, por consequência, o desgaste precoce das peças que o compõem.

6. Segurar o carro na embreagem nas subidas

Essa também é outra prática inimiga das embreagens, com capacidade para reduzir a vida útil do disco e de outras peças em até 50%, dependendo do tanto que o recurso é utilizado.

7. Encostar a roda na guia

Deixar o veículo com a roda encostada na guia pode provocar danos no rolamento, o que acarretará ruídos ou, na pior das hipóteses, contribuirá para que o rolamento quebre, chegando ao perigoso travamento da roda.
roda meio fio

8. Forçar a direção hidráulica

Girar o volante de direção hidráulica com o veículo parado ou com a roda colada na guia sobrecarrega o sistema, podendo danificar os retentores, permitindo assim que o óleo de direção vaze. Da mesma forma, forçar a direção no final do curso enquanto uma manobra está sendo feita desgasta a bomba da direção. Repetir esse erro com frequência logo levará a chiados e, finalmente, à quebra da bomba.
Portanto, só gire o volante com as rodas livres e, quando perceber que chegou o final do curso, alivie a pressão, uma vez que as rodas não conseguirão virar mais.

9. Descer uma ladeira desengrenado

A antiga prática é conhecida como “banguela”. Nos tempos em que a injeção de combustível era feita pelos extintos carburadores ela era justificável, uma vez que, com o carro desengrenado, o motor parava de receber combustível e permitia alguma economia.
Atualmente essa justificativa já não existe, pois a injeção eletrônica de combustível é feita por um computador que avalia a necessidade de alimentação do motor, de acordo com o regime em que ele está trabalhando. Se o motor está desengrenado, o computador continua injetando combustível para mantê-lo em funcionamento. Por outro lado, se ele está engrenado, mas sem o acionamento do acelerador, a quantidade de combustível injetado é diminuída e até cortada, em determinados momentos.
Portanto, o correto é descer as ladeiras com o motor engrenado. Essa técnica pode parecer estranha, mas é a mais segura para a sua viagem e ajuda a economizar. Afinal, além de fazer com que consuma menos combustível, ela exige menos do freio e torna a direção mais confiável.

10. Não fazer o alinhamento periódico

O alinhamento, como o nome do procedimento indica, serve para alinhar as rodas, permitindo que elas girem todas na direção correta, conforme o projeto do fabricante. Abrir mão desse cuidado e dirigir com as rodas desalinhadas, além de provocar um desgaste excessivo dos pneus, força as peças da suspensão dianteira.
Nos carros que não têm direção hidráulica, o desalinhamento é percebido com maior facilidade. Nos que têm direção hidráulica é possível que ela seja notada somente quando os 2 pneus dianteiros estiverem perdidos.
O ideal é que se faça o alinhamento a cada 10 mil quilômetros. Além de garantir a economia, essa prática torna a direção mais segura.

Fonte: https://goo.gl/21Sytm

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Carros com injeção direta de combustível poluem mais


Solução cada vez mais usada pelas montadoras para diminuir o tamanho do motor, sem perder potência, o turbo e a injeção direta de combustível a princípio serviria para diminuir a emissão de poluentes, mas essa medida não tem dado os resultados esperados. De acordo com estudos realizados pela TÜV Nord, empresa alemã, esses motores emitem mil vezes mais partículas cancerígenas do que os motores convencionais movidos a diesel.

Dados do estudo apontam que por funcionar com mais pressão nos cilindros, mais partículas são geradas e, por consequência, são lançadas ao ar. Os motores movidos a gasolina são isentos de filtros de partículas, o que não acontece com os motores a diesel, por exemplo. Tal medida será facilmente solucionada com a obrigatoriedade de filtro de partículas para carros a gasolina, sem haver qualquer interferência no desempenho.

A injeção direta funciona com um injetor dentro da câmara de combustão, sem a necessidade de que o combustível entre pela válvula de admissão, como acontece nos motores comuns. Isso aumenta a pressão da explosão e gera mais energia, proporcionando mais potência para o carro.

Os resultados da pesquisa podem levar a União Europeia a investigar o assunto e tomar as medidas cabíveis. A poluição de ar é responsável por 406 mil mortes por ano na região. O Brasil também pode adotar essas medidas, pois diversos carros produzidos na Europa e comercializados aqui usam deste artifício para obter mais potência. Os carros com injeção direta estão no mercado brasileiro desde 2006.

Fonte: http://goo.gl/LT3wfs

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Largura do pneu influencia na estabilidade


Quanto maior a largura do pneu, maior estabilidade; entenda:


Os números 175, 185 e 195 são bem comuns de serem avistados pelas laterais dos pneus. Mas você sabe o que eles significam e quais são suas principais indicações?

Esses números estão relacionados às especificações dos pneus. Dadas em milímetros, são as medidas das larguras. É importante observar que conforme muda a estrutura do pneu, algumas características de dirigibilidade mudam também.

A tendência é de que quanto mais largo o pneu for, mais duro ele será. Quanto maior a largura, maior estabilidade. A escolha de um pneu pelas montadoras é baseada na relação conforto e estabilidade.

A medida ideal para os pneus tem relação direta com as características técnicas do automóvel. Um carro mais pesado requer pneus mais largos. O aumento de potência e torque também justifica maior largura, para que sejam transmitida a força ao solo sem perda de tração.

Neste aspecto, carros de tração traseira ou integral podem usar medidas mais estreitas do que os de tração dianteira e mesma potência. Lembre-se que um pneu com medidas exageradas traz sempre mais desvantagens ao consumidor do que benefícios. Mesmo que o visual fique bacana.

Troca

Por isso, se você for trocar de pneus, preste bem atenção nessas medidas. Algumas montadoras recomendam mais de uma medida para o mesmo carro, mas isso precisa ser consultado no manual do proprietário ou por um especialista.

Fonte: http://goo.gl/cqkrxn

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Saiba que precauções tomar nos dias frios!


O inverno começou nesta segunda (20). Embora sejam cada vez mais raros, em razão das novas tecnologias de motores que equipam certos veículos desde 2012, problemas de partida nos dias frios ainda atingem boa parte da frota brasileira.
Motores abastecidos frequentemente com etanol – combustível que no bolso mais tem valido a pena nas últimas semanas – são os mais vulneráveis às estações frias do ano, sobretudo se a manutenção não estiver em dia.

Sem a famosa figura do afogador, que acelerava o motor para o carro “esquentar” nos anos 80, os veículos podem falhar e até deixar o motorista na mão. De acordo com Hiromori Mori, consultor de assistência técnica da fabricante de velas NGK, a falha geralmente ocorre pela falta de manutenção do reservatório para gasolina, o famoso “tanquinho”.

Velas e cabos de ignição desgastados também contribuem para o mau desempenho do motor em dias frios, principalmente após um longo período desligado. “A vela de ignição sofre um desgaste natural, pois trabalha sob condições severas, como pressão e altas temperaturas”, explica Mori.

“Nossa recomendação é fazer a revisão da peça a cada 10 mil quilômetros ou anualmente, o que ocorrer primeiro.” Segundo ele, além de falhas de partida, o componente em más condições também causa aumento no consumo de combustível e nos níveis de emissões.

Responsáveis por conduzir a alta tensão produzida pela bobina até as velas, os cabos de ignição também são esquecidos com frequência pelo motorista nas revisões. Para o especialista, uma dica é pedir que o mecânico cheque a peça quando for revisar as velas.

Rodar ao trocar

Outra recomendação do técnico da NGK para veículos flex é percorrer cerca de 15 quilômetros antes de deixar o carro com o motor desligado por um longo período, sempre que houver a mudança da gasolina pelo etanol. Segundo ele, isso é necessário para que o sistema de controle do motor reconheça o novo combustível no tanque e reprograme a estratégia de funcionamento.

Em casos de falha ao dar a partida, insistir para ligar o motor é pior. Isso porque pode haver o encharcamento das velas. A recomendação é desligar o veículo e aguardar até que o combustível evapore por completo, o que pode levar até 30 minutos, dependendo do carro.

Mais um cuidado que se deve tomar é com o óleo, ficando sempre atento aos períodos de troca. “No inverno, há um aumento na viscosidade do óleo, que fica mais denso e, consequentemente, gera maior atrito entre as partes móveis do motor”, explica Allan Maurici, responsável por testes na área de laboratório experimental da ZEN, fabricante de impulsores de partida.

Além de se preocupar com a substituição do lubrificante, é importante se lembrar de checar os parafusos de fixação do motor de partida e também a parte elétrica relacionada a ele, bem como a bateria do carro, que deve estar em boas condições, já que sem energia o impulsor pode não funcionar corretamente.

Outra dica é solicitar ao mecânico que verifique o indicador de carga, além de checar se os cabos elétricos estão bem conectados. “Vale destacar que é preciso também ficar atento aos ruídos anormais durante a partida, ao funcionamento de todas as luzes de alerta no painel e no correto funcionamento dos sistemas de som e ar-condicionado.”

Fonte: http://goo.gl/muZCIP

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Como escolher o combustível do meu carro flex?


Com a alta do preço da gasolina no Brasil, alguns motoristas já começam a fazer cálculos nos postos de gasolina para decidir qual combustível é o mais indicado para o seu carro flex. No entanto, na hora de encher o tanque é normal que os usuários tenham dúvidas em relação as vantagens e desvantagens de cada combustível. Afinal, qual deles é melhor para o carro? E qual possui melhor custo benefício?
Para começar, um carro com tecnologia flex é aquele veículo com motor biocombustível. Ou seja, pode funcionar tanto com etanol como com gasolina. Essa tecnologia é 100% brasileira e foi lançada em 2003 com o modelo do Volkswagen Gol 1.6. Graças a ela hoje 90% dos carros nacionais saem de fábrica com esse tipo de motor.
Entre as principais vantagens de contar com um motor flex está a possibilidade de escolher qual combustível utilizar e não ficar refém da alta do preço do petróleo. Mas qual deles é melhor para o veículo?
Não existe um combustível melhor que o outro, e sim características diferentes que podem agradar mais um motorista que outro. Ao escolher qual combustível usar, o único conselho dos especialistas é que o usuário alterne o consumo a cada 6 meses (principalmente no caso do etanol) para evitar que a bomba do combustível entupa devido a reações químicas.

Mas como escolher entre etanol e gasolina?


Antes de escolher o combustível do seu carro, é preciso atenção a alguns detalhes. Primeiro: o consumo do etanol é sempre maior que o consumo da gasolina, por isso o seu preço é relativamente mais baixo. Mas isso significa que usar etanol é sempre sinônimo de economia, porque o seu rendimento é menor que a gasolina. Por exemplo, o carro movido a álcool consome até 30% mais percorrendo a mesma distância que um veículo a gasolina.
Por isso, para escolher o melhor custo benefício não basta apenas optar pelo preço mais baixo. É necessário fazer contas! O lado bom é que calcular qual dos dois vale mais a pena é fácil. 


Para isso, basta multiplicar o valor do litro da gasolina por 0,7. Se o resultado for superior ao preço do litro do álcool você deve escolher o etanol, mas se o valor for inferior ao valor do litro do álcool então você deve escolher a gasolina para encher o tanque.

.carro flex

Caso prático! O motorista vai abastecer o tanque do carro e encontra os seguintes preços: R$ 2,90 para o litro da gasolina e R$ 2,27 para o litro do etanol. Qual vale a pena?
Conta rápida: para a gasolina 2,90 x 0,7= 2,03 (MENOR que o preço do etanol); para o etanol 2,27 x 0,7= 1,58 (MENOR que o preço do etanol). Nesse caso o ideal para encher o tanque é com gasolina. :)

gasolina e etanol

É necessário cuidado na hora de trocar o combustível?


Sim, mas sem exageros. Por exemplo, é errada a ideia de que o motorista deve usar sempre um único combustível para não estragar o motor, como também é falso o argumento que o abastecimento deve ser alternado para não viciar o motor.
Ou seja, é possível sim misturar os dois combustíveis e com isso o motorista pode rodar tranquilo sem precisar esperar terminar um para colocar o outro. O único cuidado é quando o tanque estiver quase vazio e o motorista deseje alterar o combustível. Isso porque pode ser necessário esperar até 15 minutos para que o motor absorva o novo combustível (seja etanol ou gasolina) para que ele não “afogue”.
Por isso, o recomendado é sempre alternar enquanto o tanque não chegou na reserva. Igualmente, o ideal é nunca rodar com o carro com pouco combustível porque pode provocar problemas na bomba do motor.
Tem um carro flex e ficou com dúvidas sobre como abastecer? Aproveite esse post e deixe o seu comentário pra gente! 

Fonte:  https://goo.gl/tucrP9

quarta-feira, 15 de junho de 2016

9 dicas para economizar combustível


Economizar combustível é tarefa importantíssima não apenas para o meio ambiente, mas também para o seu bolso.
Se você não pode se dar ao luxo de usar o transporte público, eis aqui algumas dicas para, pelo menos, economizar com o combustível do seu carro.
1. Não se esqueça das velas
Quando a faísca das velas está fraca, parte do combustível não é queimada e acaba sendo expelida pelo escapamento. Mais ou menos como quando o fogão não consegue acender e você sente aquele cheiro de gás vazando. É sempre recomendável olhar no manual, mas em geral as velas devem ser trocadas a cada 20 mil km.
2. Mantenha o alinhamento
Quando as rodas estão desalinhadas, o consumo do combustível também aumenta. Funciona da mesma forma de quando você pega um carrinho de compras desalinhado no mercado e precisa fazer muito mais força para mantê-lo na direção certa. Outro problema é que um carro desalinhado também desgasta os pneus mais rapidamente. A dica é fazer a verificação a cada 10 mil km.
3. Verifique os pneus
Falando em pneus, não esqueça de calibrá-los sempre. Esse é um dos itens que têm maior influência sobre o consumo, fazendo com que suba até 15% se os pneus estiverem apenas quatro libras abaixo da pressão ideal. Além de economizar combustível, a pressão ideal ainda prolonga a vida dos pneus e exige menos da suspensão e direção.
4. Seu carro não é quarto de bagunça
Parece óbvio, mas muita gente esquece. Carregar mais peso faz o consumo subir. Por isso, não use seu porta-malas como dispensa e não carregue peso desnecessário. Se for viajar e for possível (e não muito mais caro) fazer as compras no destino, considere essa possibilidade. Em média, 200 kg a mais geram até 20% de aumento no consumo.
5. Tire coisas do teto
Racks, bagageiros, pranchas, bicicletas e qualquer coisa que você possa colocar sobre o teto do veículo aumenta a resistência do vento e consequentemente o consumo do combustível. Sempre que possível, tire tudo que estiver pendurado na parte externa do carro para não prejudicar a aerodinâmica.
6. Não seja “pé-de-chumbo”
Os apressadinhos gastam mais combustível. Uma péssima mania é a de pisar no acelerador com o carro desengatado. Além de inútil, faz o motor trabalhar desnecessariamente e gastar combustível. Além disso, é bom não esticar muito as marchas. O ideal é manter o conta-giros em uma faixa média, para não desgastar o motor e não consumir muito combustível.
Não eleve a rotação até o limite para trocar de marcha. Use esse recurso apenas se você realmente precisar ganhar aceleração muito rápido em algum caso de emergência. Isso vale mesmo para carros com marcha automática.
7. Modere no uso do ar-condicionado
O ar-condicionado é uma maravilha em certas condições, mas ele é também um vilão do consumo de combustível. Se não for essencial, evite seu uso, pois ele pode elevar o consumo em até 10%.
8. Mantenha as janelas fechadas
Sabe a dica acima, sobre o ar-condicionado? Ignore-a, se você estiver dirigindo em uma estrada a velocidades superiores a 80 km/h. Em altas velocidades, o ar-condicionado é mais econômico do que manter as janelas abertas.
As janelas abertas comprometem a aerodinâmica do carro e aumentam a resistência do ar, elevando o consumo até mais do que o próprio ar-condicionado. Claro, se for possível mantê-las fechadas e com o ar-condicionado desligado, isso é ainda melhor.
9. Escolha caminhos com menos curvas e semáforos
Se estiver com tempo livre, faça a experiência: tente empurrar seu carro com o volante reto e depois com o volante esterçado. Se você não quer fazer isso, eu te conto o resultado: o esforço no segundo caso é muito maior.
Por isso, se você tem a opção de escolher um caminho com menos curvas e com menos semáforos, ele provavelmente será mais econômico. Nem sempre o caminho mais curto é o mais econômico.
Fonte: http://goo.gl/0ba0GS