sexta-feira, 29 de maio de 2015

Como manter seu carro por 10 anos ou até os 200 mil km

São Paulo - Se antes eram poucos os carros que chegavam inteiros aos 200.000 quilômetros, hoje não é difícil fazê-los alcançar esta marca com um pouco de cuidado. Estudo elaborado pela consultoria automotiva Jato Dynamics mostrou que em um período de 10 anos é mais econômico manter o mesmo carro até os 200.000 quilômetros, do que trocar o carro depois de cinco anos, ou aos 100.000 quilômetros (considerando que o veículo percorra 20.000 quilômetros por ano nos dois casos). Para manter um veículo por 10 anos, no entanto, é essencial que o motorista faça uma boa manutenção do automóvel.

Veja a seguir 4 orientações para levar o seu carro até a marca dos 200.000 quilômetros reduzindo ao máximo os gastos com manutenção.

1) Escolher o carro certo

De nada adianta cuidar de um produto que não tem qualidade de fábrica. Por isso, a fase de escolha do veículo é muito importante.

No Brasil não há nenhum tipo de pesquisa que compare especificamente a durabilidade de diferentes modelos. Na falta de estudos, Gerson Burin, analista técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), recomenda que os consumidores busquem em fóruns e entre conhecidos opiniões sobre os veículos pretendidos. “É importante checar os benefícios do modelo escolhido, se há problemas com manutenção, se as peças possuem um preço bom e qual é a disponibilidade da peça”, diz.

Além de observar na escolha do modelo os carros que têm mais chances de não causarem problemas com manutenção, é fundamental que o comprador escolha um modelo adequado às suas preferências para que ele queira manter o veículo durante os 10 anos.

Burin explica que para escolher o modelo que não cause arrependimentos depois, o motorista pode começar avaliando o tipo de uso que o veículo terá no dia a dia, se ele circulará em grandes cidades, se será usado para carga, se precisará de um motor mais potente, ou se irá acomodar uma família. “Se a família tem cinco pessoas, por exemplo, o comprador deve buscar um veículo maior, que acomode todos de forma segura e que, ao suportar mais peso, não tenha comprometimento da suspensão e dos amortecedores”, diz.

Ele acrescenta que observar os veículos mais vendidos na região onde o motorista irá circular com o carro pode ser uma boa dica para encontrar o veículo mais adequado para o uso naquele local.

No caso da compra de carros usados ou seminovos, a escolha deve ser ainda mais criteriosa. É importante que o comprador saiba desvendar alguns dos truques que os vendedores podem usar para disfarçar problemas que os carros tenham enfrentado. Algumas das dicas são: participar da inspeção técnica do carro, pela qual todos os veículos passam antes da revenda; avaliar se há alguma assimetria entre as portas, os para-choques e o teto; e não comprar um veículo sem o manual, uma vez que o odômetro do carro pode ter sido adulterado para apresentar uma quilometragem menor e apenas com o manual é possível checar se houve algum tipo de alteração.

2) Seguir as orientações do manual do veículo

O analista do Cesvi explica que uma das melhores formas de aumentar a durabilidade do carro é seguir as instruções do manual do veículo. “No manual, o motorista encontra inúmeros tópicos que dão um contexto geral sobre o modelo e podem espelhar a durabilidade do veículo”.

Os manuais trazem informações sobre o momento em que o motorista deve fazer as revisões, as trocas de óleo, dos filtros de óleo e de ar, as checagens da suspensão, do alinhamento, a maneira correta de lavar o carro e todo tipo de informação sobre manutenção preventiva.

Segundo o Gerente de Atendimento da Jato Dynamics, Milad Kalume Neto, os manuais trazem ainda informações específicas sobre o momento certo para as trocas de peças e fluídos, de acordo com o tipo de uso do carro. “Os manuais sugerem que o tempo para as trocas sejam reduzidos pela metade caso o carro tenha um 'uso severo'. Essa classificação geralmente é usada para uso em grandes cidades, que têm muitos congestionamentos, porque quando o motor fica ligado sem rodar, o desgaste é maior”, explica.

A definição de uso severo também se encaixa a motoristas que usam os carros em estradas com muita poeira, barro ou lama, ou quando o veículo roda no máximo cinco quilômetros por percurso, ficando parado por muito tempo.

3) Dirigir com cuidado

A forma como o motorista dirige o carro também pode afetar sua durabilidade. “Se o motorista dirige de forma mais agressiva, o carro pode ter uma durabilidade menor do que se ele dirigisse de forma mais prudente”, explica Kalume.

Algumas ações que tornam a direção mais prudente podem ser um pouco óbvias, como: passar por uma lombada amaciando o impacto, para não afetar a suspensão; desviar de um buraco para preservar as rodas e o amortecedor; não acelerar de maneira brusca, para aliviar o motor e os pneus; não deixar o som ligado com o motor desligado, para evitar o desgaste da bateria; e trocar a marcha na rotação adequada para não afetar o câmbio do carro.

Mas, outras dicas que podem dar vida longa ao carro são menos conhecidas. “Para poupar a bateria, o motorista pode ligar o veículo pisando na embreagem, porque isso tira o peso do motor e exige menos do carro na hora da partida. Outra dica é ligar o veículo sem o farol aceso e com o rádio desligado. Ligar as luzes e outros equipamentos com o carro já ligado desgasta menos a bateria", explica Kalume.

Ele acrescenta que alguns motoristas colocam o carro no ponto morto em descida para economizar combustível, mas fazendo isso acabam tendo o efeito contrário. Isto porque, na condição de ponto morto, o motor continua trabalhando como se estivesse em marcha lenta, fazendo com que a injeção de combustível continue ativa para não deixar o motor “morrer”. "O recomendável é que o motorista desça engrenado e sem acelerar pois o motor, nesta condição de inércia, tem o sistema de alimentação de combustível fechado, ocasionando um consumo quase nulo de combustível. Mudar as marchas segundo orientações do manual de propriedade também é outra forma de conseguir economizar combustível e esticar a vida útil do veículo ", diz Kalume.

4) Não economizar gastos que podem gerar prejuízos depois

Neste item, a economia na gasolina é um dos exemplos mais claros de como o barato pode sair caro. O combustível adulterado pode causar o entupimento da bomba de gasolina e o vazamento para o motor, levando o carro a morrer. E pode provocar ainda a corrosão do sistema de injeção eletrônica e o acúmulo de resíduos no motor, que pode levar à fundição do motor.

“Nem sempre o mais barato é o melhor e nem o mais caro é o ideal. É importante observar as dicas do manual sobre os produtos indicados. Na hora de fazer a reposição, por exemplo, usar peças que tenham qualidade é um fator decisivo para a durabilidade do carro”, diz Burin. Em outras palavras, para alguns veículos, por exemplo, se o manual sugere que o combustível usado seja a gasolina aditivada é importante que a orientação seja seguida. Mas, em outros casos, a gasolina comum é perfeitamente aceitável e o motorista pode gastar dinheiro à toa com um combustível mais caro.

Segundo o gerente da Jato Dynamics, a limpeza do veículo também é outro “investimento” que pode ajudar na meta dos 200.000 quilômetros. “A forma de limpar o veículo pode resultar em menor acumulação de pó em uma peça crítica, reduzindo o desgaste na peça. Alguma correia ou a própria maçaneta das portas, por exemplo, com a limpeza adequada também têm menor desgaste”, explica. A limpeza inadequada também pode levar a danos na pintura do carro e em peças de borracha.

Cassio Hervé, diretor do portal Oficina Brasil e da Central de Inteligência Automotiva (Cinau), explica que muitos motoristas não realizam corretamente a manutenção preventiva por falta de informação. “Empresas com grandes frotas de carros têm programas muito rigorosos de manutenção preventiva e por isso conseguem manter os carros por muitos anos. O problema é que as montadoras não se preocuparam tanto em passar esse tipo de informação, porque se o carro tiver manutenção preventiva, o motorista vai demorar mais tempo para repor as peças”.

Fonte: http://goo.gl/Gf3LAF

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Freio de mão precisa de revisão a cada 15 mil Km; entenda


Você puxa o freio de mão e, em vez de parar, o carro começa a descer a ladeira. Sim, esse componente, como em qualquer outro dos veículos, também é desgastado pelo tempo. Por isso, a revisão é fundamental.

O freio de estacionamento devem ter revisão periódica, no máximo a cada 15 mil quilômetros
Foto: Shutterstock
O freio de mão, também chamado de freio de estacionamento, perde a eficiência durante o uso prolongado e, caso não esteja bem regulado, pode transformar sustos em graves acidentes.

É normal ocorrer, pouco a pouco, elevação do ponto de travamento das rodas, o chamado “freio alto”. É um afrouxamento normal no sistema. O outro problema é o estrangulamento, que dificulta a ativação e a desativação do freio por causa da pressão excessiva no cabo de aço.

Para manter o conjunto em perfeito funcionamento, recomenda-se a revisão a cada 15 mil quilômetros.

Forma de usar

A forma correta de usar o freio de mão interfere diretamente em sua vida útil. O cuidado com o freio de estacionamento não está apenas na manutenção, mas também no manuseio. O sistema deve ser acionado suavemente para evitar desgaste prematuro. O cabo de aço, e outras partes móveis ligadas a ele, acabam afrouxando bem mais cedo se o condutor tiver o mau hábito de puxar a alavanca com toda a força.

Além de sua função principal, impedindo o veículo de se movimentar enquanto estacionado, o freio de mão, em carros com transmissão manual, pode ajudar o motorista a arrancar em subidas fortes.

Na maior parte dos veículos, o freio de estacionamento é acionado por meio de uma alavanca que fica entre os bancos dianteiros. Também existem acionamentos por pedal (comum entre picapes e utilitários-esportivo) e nos carros mais modernos existe o sistema elétrico, ligado por um botão localizado no console central. Independentemente da sua forma de acionamento, ele não deve ser usado com o carro em andamento, salvo em uma situação de emergência em que ocorre falha no freio de pedais.

Fonte: http://goo.gl/BxdQdB

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Causa do volante pesado pode estar nos pneus ou na suspensão

Ao dobrar na esquina ou para estacionar você sente o volante mais rígido e pesado? É preciso levar o automóvel em uma oficina de confiança e ficar atento na hora da manutenção, já que alguns indícios podem ser confundidos no diagnóstico. O problema pode não ser na direção e sim nos pneus ou na suspensão.

“Uma das queixas mais comuns relacionadas à caixa de direção é a sensação de volante pesado ao dirigir. No entanto, nem sempre a causa é a caixa de direção”, alerta Jair Silva, supervisor de serviços da Nakata.

De acordo com o especialista, há outros itens que podem causar o problema, como por exemplo, utilizar pneus mais largos do que os recomendados pela montadora e trafegar com o pneu murcho ou “careca”. Problemas com a geometria da suspensão como cambagem negativa ou substituição do volante original por esportivo vai exigir maior esforço para esterçar (virar) a direção o veículo.

Outro fator que leva ao mesmo defeito é a cruzeta da coluna de direção. “Pode haver travamento da coluna, aumentando a sensação de direção dura”. A cruzeta com folga provoca ruído no sistema de direção, enfatiza.

Revisões periódicas

Para garantir a segurança e o conforto dos ocupantes do automóvel, é recomendável realizar alinhamento periódico a cada 10 mil quilômetros, fazer rodízio de pneus que devem ser apenas os modelos especificados pela montadora e calibrar os pneus no máximo a cada 15 dias de acordo com o manual do veículo.

|Fonte: http://goo.gl/lLwpmK|

terça-feira, 26 de maio de 2015

Dicas para cuidar do seu carro no Verão

Calor excessivo tem impactos negativos sobre o veículo. Mas medidas simples garantem proteção
Se dentro de um carro os efeitos do calorão já incomodam, imagine o impacto da exposição contínua ao sol forte do lado de fora. A poucos dias da chegada oficial do Verão, no dia 21, é fundamental tomar alguns cuidados especiais com a caranga para esta estação.

"O automóvel é um equipamento e exige certos tratamentos que são simples, mas essenciais. Nessa época do ano, o calor excessivo pode ser um grande vilão e preservar o veículo é uma saída para evitar surpresas indesejáveis", explica o gerente de Pós-venda da Copagra, Francisco Oliveira.

Confira abaixo algumas dicas do especialista para proteger seu carro dos danos causados pelas altas temperaturas.

Exposição prolongada ao sol danifica lataria

O principal cuidado no verão diz respeito à limpeza do automóvel. Jamais lave o carro durante um dia quente, diretamente sob o sol, pois os raios prejudicam a pintura. O primeiro passo, ainda antes de começar a lavagem, é certificar-se de que a carroceria e o motor estejam frios, para evitar choques térmicos. Esse cuidado também evitará que o sabão seque e deixe manchas na lataria.

Além disso, os produtos para a higiene do veículo devem ser específicos para esse tipo de lavagem. Francisco recomenda o uso de ceras para polimento que atuam como uma película protetora, mas alerta para que sejam comprados em casas especializadas. Produtos de má qualidade também podem danificar a pintura.

Sempre que possível, estacione o veículo em local coberto. Se não encontrar, ou o preço da garagem estiver salgado, busque a sombra de uma árvore. Mas não esqueça de limpar os resíduos que caírem sobre o teto do carro assim que sair com ele novamente.

Evite rachaduras nas borrachas de vedação

O sol forte também pode ressecar as borrachas de guarnição, ocasionando rachaduras que comprometem a estética do veículo e podem, inclusive, afetar o padrão de vedação dos vidros. Para esse problema não tem outro jeito: a saída é caçar uma vaga com sombra para estacionar o veículo.

A maresia e a areia também são grandes vilãs. Por isso, quem costuma ir à praia precisa lavar o carro com mais frequência. Tenha atenção especial com as palhetas do limpador de para-brisa. Se estiverem corroídas, podem prejudicar a visibilidade em dias de chuva. Aditivos especiais para o fluido dos lavadores aumentam a vida útil das palhetas.

Atenção para os líquidos não secarem

Checar os líquidos do veículo é importante o ano todo, mas no verão a atenção deve ser redobrada. Observar o nível de água e aditivo do radiador é a regra número um. Fique de olho também nos níveis do fluido do freio, da direção hidráulica, do sistema de arrefecimento do motor, dos lavadores do para-brisa e do vidro traseiro, do óleo do motor e do câmbio.

Tanto para a rodagem na cidade quanto na estrada, é aconselhável ter o sistema de resfriamento em dia, para evitar superaquecimento, um problema muito recorrente em dias mais quentes. Vazamentos ou acúmulo de sujeira podem sobrecarregar o sistema.

Acerte no uso do ar-condicionado

Refrescar o veículo é ótimo, mas é preciso saber o melhor momento de usar o ar-condicionado. Para curtas distâncias na cidade, não vale a pena. Na estrada, porém, deixar a janela aberta gasta mais combustível, pela pressão aerodinâmica do vento.
Se o carro ficou sob o sol forte, o ideal é andar três minutos com a janela aberta antes de ligar o equipamento. Assim, o ar frio toma o lugar do quente. Não esqueça de revisar a limpeza do sistema, em especial se o ar ficou desligado por muito tempo.

Proteja o estofamento

O estofamento é a parte que demonstra mais rapidamente os efeitos da exposição ao sol, como descoloração e manchas. Para evitar esse danos, uma boa alternativa é proteger os bancos com capas. Para as áreas plásticas, a dica é utilizar uma proteção sanfonada no painel.

Recalibre os pneus

O atrito da borracha contra o solo é mais intenso em dias quentes. Por isso, deve-se observar o desgaste dos pneus e manter a calibragem recomendada. Encha os pneus quando frios. O calor aumenta a pressão e dificulta o processo.

Fonte: http://goo.gl/1QJkQc


Calor excessivo tem impactos negativos sobre o veículo. Mas medidas simples garantem proteção
Se dentro de um carro os efeitos do calorão já incomodam, imagine o impacto da exposição contínua ao sol forte do lado de fora. A poucos dias da chegada oficial do Verão, no dia 21, é fundamental tomar alguns cuidados especiais com a caranga para esta estação.

"O automóvel é um equipamento e exige certos tratamentos que são simples, mas essenciais. Nessa época do ano, o calor excessivo pode ser um grande vilão e preservar o veículo é uma saída para evitar surpresas indesejáveis", explica o gerente de Pós-venda da Copagra, Francisco Oliveira.

Confira abaixo algumas dicas do especialista para proteger seu carro dos danos causados pelas altas temperaturas.

Exposição prolongada ao sol danifica lataria

O principal cuidado no verão diz respeito à limpeza do automóvel. Jamais lave o carro durante um dia quente, diretamente sob o sol, pois os raios prejudicam a pintura. O primeiro passo, ainda antes de começar a lavagem, é certificar-se de que a carroceria e o motor estejam frios, para evitar choques térmicos. Esse cuidado também evitará que o sabão seque e deixe manchas na lataria.

Além disso, os produtos para a higiene do veículo devem ser específicos para esse tipo de lavagem. Francisco recomenda o uso de ceras para polimento que atuam como uma película protetora, mas alerta para que sejam comprados em casas especializadas. Produtos de má qualidade também podem danificar a pintura.

Sempre que possível, estacione o veículo em local coberto. Se não encontrar, ou o preço da garagem estiver salgado, busque a sombra de uma árvore. Mas não esqueça de limpar os resíduos que caírem sobre o teto do carro assim que sair com ele novamente.

Evite rachaduras nas borrachas de vedação

O sol forte também pode ressecar as borrachas de guarnição, ocasionando rachaduras que comprometem a estética do veículo e podem, inclusive, afetar o padrão de vedação dos vidros. Para esse problema não tem outro jeito: a saída é caçar uma vaga com sombra para estacionar o veículo.

A maresia e a areia também são grandes vilãs. Por isso, quem costuma ir à praia precisa lavar o carro com mais frequência. Tenha atenção especial com as palhetas do limpador de para-brisa. Se estiverem corroídas, podem prejudicar a visibilidade em dias de chuva. Aditivos especiais para o fluido dos lavadores aumentam a vida útil das palhetas.

Atenção para os líquidos não secarem

Checar os líquidos do veículo é importante o ano todo, mas no verão a atenção deve ser redobrada. Observar o nível de água e aditivo do radiador é a regra número um. Fique de olho também nos níveis do fluido do freio, da direção hidráulica, do sistema de arrefecimento do motor, dos lavadores do para-brisa e do vidro traseiro, do óleo do motor e do câmbio.

Tanto para a rodagem na cidade quanto na estrada, é aconselhável ter o sistema de resfriamento em dia, para evitar superaquecimento, um problema muito recorrente em dias mais quentes. Vazamentos ou acúmulo de sujeira podem sobrecarregar o sistema.

Acerte no uso do ar-condicionado

Refrescar o veículo é ótimo, mas é preciso saber o melhor momento de usar o ar-condicionado. Para curtas distâncias na cidade, não vale a pena. Na estrada, porém, deixar a janela aberta gasta mais combustível, pela pressão aerodinâmica do vento.
Se o carro ficou sob o sol forte, o ideal é andar três minutos com a janela aberta antes de ligar o equipamento. Assim, o ar frio toma o lugar do quente. Não esqueça de revisar a limpeza do sistema, em especial se o ar ficou desligado por muito tempo.

Proteja o estofamento

O estofamento é a parte que demonstra mais rapidamente os efeitos da exposição ao sol, como descoloração e manchas. Para evitar esse danos, uma boa alternativa é proteger os bancos com capas. Para as áreas plásticas, a dica é utilizar uma proteção sanfonada no painel.

Recalibre os pneus

O atrito da borracha contra o solo é mais intenso em dias quentes. Por isso, deve-se observar o desgaste dos pneus e manter a calibragem recomendada. Encha os pneus quando frios. O calor aumenta a pressão e dificulta o processo.

Fonte: http://goo.gl/1QJkQc

segunda-feira, 25 de maio de 2015

RODAR COM O TANQUE DE COMBUSTÍVEL NA RESERVA PODE DANIFICAR ALGUM COMPONENTE DO VEÍCULO?

“Quem anda sempre com o tanque na reserva pode... ficar parado no meio do caminho”, brinca Henrique Pereira, membro da Comissão Técnica de Motores Otto da SAE Brasil. Brincadeiras à parte, o engenheiro diz que, a princípio, rodar ocasionalmente com o carro depois que a luz da reserva acende não acarreta prejuízos à mecânica do veículo. No entanto, se isso virar um hábito frequente, aí, sim, o carro poderá sentir algum efeito colateral. “Geralmente, no fundo do reservatório ficam depositadas impurezas, que podem ser trazidas para dentro do sistema (motor) quando o combustível do fundo do tanque for puxado.” Pereira explica que a ação pode causar o entupimento de algum filtro do veículo.
Em casos extremos, como rodar com o nível no limite da reserva, pode ocorrer superaquecimento da bomba de combustível. Se isso acontecer, mais uma vez o motorista poderá ficar parado no meio da rua. Para evitar dores de cabeça motivadas por falta de combustível ou troca prematura de componentes, o recomendável é rodar com ao menos ¼ do tanque preenchido.

Fonte: http://goo.gl/acIvjT

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Saiba como transportar crianças corretamente no carro


Além de obrigatórias pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), as cadeiras para transporte de criança são garantia de segurança. O tipo de cadeirinha e a forma de acomodar os menores mudam conforme a idade. Mas uma regra não pode ser descumprida: quem tem menos de 10 anos deve andar sempre no banco de trás.

Veja os tipos de cadeirinha para cada faixa etária
Para os menores bebês, o bebê-conforto é o assento apropriado As cadeirinhas são classificadas conforme a idade de cada criança Os assentos infantis concentram-se sempre se relação peso/altura A cadeirinha de segurança é indicada para crianças de aproximadamente 1 ano Deve-se observar a estatura da criança para o

uso do cinto de segurança, mesmo depois dos 10 anos

A legislação também ressalta que, sem o equipamento adequado de segurança, o transporte de crianças em automóveis é uma infração gravíssima. A pena é de multa e inclusão de sete pontos na carteira de habilitação. O veículo também fica retido até que seja corrigida a acomodação para a criança.

Veja, abaixo, os tipos de assento de acordo com cada faixa etária.

Bebê-conforto

Indicado às crianças que ainda não conseguem manter o equilíbrio da cabeça. Sob o formato de concha, o bebê deve sempre ser posto com a cabeça em sentido aos bancos dianteiros do veículo. Com essa medida, diminuem-se os riscos de traumas e colisões na coluna cervical. A posição do bebê somente deve ser alterada após os 9 quilos.

Assento conversível

A recomendação vai para as crianças que já ultrapassaram os 9 quilos, mas ainda não completaram 1 ano. A posição do assento ainda pode ser contrária aos demais assentos dos carros. Essa posição pode ser mantida até o topo da cabeça do bebê ultrapassar o limite da cadeirinha.

Cadeirinha de segurança

Indicada para crianças acima de um ano ou com, aproximadamente, 18 kg. A recomendação restringe-se à posição: a cadeirinha deve ser situada pela posição central do banco traseiro e virada para a frente: no sentido original dos bancos.

Assento de elevação

É referência para os casos em que a criança já ultrapassou os limites para uma cadeirinha, mas ainda não atingiu a altura para a utilização do cinto. O uso do assento de elevação deve ocorrer até por volta dos 10 anos de idade, ou 36 quilos.

No banco traseiro

Mesmo após os 10 anos completos, é aconselhável que seja observada se a estatura da criança é compatível com o uso do cinto. Para a preservação física da criança, seria adequado esperar que ela atinja a altura na qual o cinto de segurança consiga obter eficiência máxima. Caso contrário, ela deve permanecer na cadeirinha.

Fonte: http://goo.gl/qPvjPS

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Saiba qual o melhor óleo para o motor do seu carro

Ter um carro é como ter uma família, tem bons momentos, e existem aqueles momentos em que precisamos dar alguns cuidados que muitas vezes são encarados de forma despreocupada. E um desses cuidados gera muita dúvida na cabeça do proprietário, é a escolha do óleo lubrificante do motor.

Muitas pessoas não sabem qual óleo utilizar, a quantidade e qual sua função, e essa falta de conhecimento pode fazer você entrar em situações que poderiam ser evitadas. A utilização de lubrificante fora da especificação do fabricante pode causar alto consumo de combustível e desgaste prematuro do motor, reduzindo sua vida útil. De cara, é isso aí.
A função principal do óleo do motor, claro, é lubrificar as partes móveis evitando o atrito entre as partes, também possui a capacidade de trocar calor com as paredes dos cilindros auxiliando o sistema de arrefecimento do motor, além de dispersar resíduos parar evitar que estes venham a desgastar o motor.

É comum as pessoas irem a um centro automotivo, oficina ou até um posto de gasolina apenas para a troca do óleo, e ao chegar no local se depara com a dúvida, qual o melhor óleo a se utilizar ? De imediato, surgem diversas verdades e mitos, criados pelos próprios mecânicos do estabelecimento, mas desta vez vamos esclarecer três coisas importantes para escolher o óleo lubrificante correto para o seu veículo.

Especificação SAE: Esta é a especificação de viscosidade do óleo do motor, o nome destes lubrificantes é multígrados e sua especificação é composta por dois números separados por um W(winter, inverno em inglês). Em um óleo SAE 5W40, a especificação informa que funcionando a frio ele se comporta com um óleo SAE 5(muito fluído), e em temperatura de trabalho(quente) ele se comporta como um óleo SAE 40(Viscoso). Não utilizar o óleo com a especificação SAE correta pode causar consumo excessivo de óleo ou alto consumo de combustível e desempenho inferior ao normal, levando então a redução da vida útil do motor.
Especificação API: Trata-se da especificação de desempenho do óleo lubrificante do motor, é composta por duas letras, a primeira é o S(service station) e a segunda letra é de acordo com a ordem crescente do alfabeto. Isto significa que cada letra representa o nível de desempenho do óleo para os fatores aditivos, proteção contra corrosão, formação de depósitos(as borras), dispersão e etc. Todo motor possuí um nível API especificado para ser utilizado, e que também deve ser seguido com rigorosidade. Utilizar um óleo com nível de desempenho abaixo do especificado pode gerar alto consumo de combustível, acumulo excessivo de borra e redução da vida útil do motor.
Padrões e normas das montadoras: Eis um ponto importante que poucas pessoas e até mesmo mecânicos levam em consideração. Toda montadora possui suas próprias normas e padrões, seja em processos ou em projetos. Com a parte de lubrificantes não é diferente, os fornecedores devem dispor de produtos que atendam as necessidades das montadoras.
Com as três informações acima você certamente não errará na escolha do seu óleo lubrificante. Mas onde encontrar essas informações ? No manual do proprietário do veículo.
Muitas vezes, como queremos uma resposta de prontidão argumentamos tal assunto com o mecânico da oficina, ou do posto de gasolina, mas na maioria das vezes a resposta que temos não é a esperada. Tudo que temos que fazer é consultar o manual do proprietário do veículo, simples assim! Como dizia um professor meu:

“A diferença das pessoas para as coisas, é que as coisas possuem manual de instruções”
E ele realmente está correto, ao invés de sair perguntando, procure no seu manual, nele você encontra as especificações SAE, API e as normas da montadora.

As normas de fábrica geralmente são pouco percebidas, são representadas por códigos numéricos, mas são destacadas para facilitar a procura. Muitas vezes ocorre de estarmos com um óleo que segue as especificações SAE e API do seu carro, mas que não está de acordo com as normas da montadora, que também é exigida.

Para isso você deve localizar essas informações no frasco do óleo lubrificante, SAE e API estão logo na frente do frasco e são facilmente percebidas, mas em qual padrão ou norma o óleo atende ? E de qual montadora ? Onde estes dados estão localizados(no frasco do óleo) ? Geralmente, estão parte de trás do frasco.

Vamos pegar como exemplo um Volkswagen Gol 1.0 2008:

O manual de instruções do veículo contém todas as informações necessárias para você escolher qual lubrificante utilizar no motor do seu veículo.

Localizando no manual do proprietário é informado de que o veículo pode atender a três especificação SAE, mas apenas uma API. São elas:

5W40 SJ;
10W40 SJ;
15W40 SJ.
Na mesma seção é possível ver que a Volkswagen menciona que o óleo utilizado deve atender a norma VW 502 00. Pronto, agora você tem as informações necessárias para comprar o óleo ideal para o seu carro, sem que necessariamente seja na concessionária. Apenas verifique no frasco do óleo se ele atende estas especificações, vejamos um exemplo também da Volkswagen:

O óleo utilizado em um Gol 1.0 2008, veja a especificação SAE e API na embalagem do rótulo:

Repare que em níveis e normas, você pode observar que esse lubrificante atende a norma VW 502 00 e outras normas de outras marcas.

Percebeu como não existe segredo ? Escolher o melhor óleo e com o melhor preço para o seu carro depende de você pesquisar os estabelecimentos que vendem com o preço mais baixo, e que também disponibilizem o lubrificante que atenda as especificações do seu motor e as normas da marca do mesmo, e claro, de você saber ler as especificações de um óleo e se é ou não adequado ao seu veículo.

Fonte: http://goo.gl/Qivj0O