quarta-feira, 25 de maio de 2016

Sistema elétrico dos carros precisa de revisão periódica





O sistema elétrico dos carros é o grande responsável por controlar toda a tecnologia instalada nos modelos. O problema é que, com essas tarefas, as chances de pane são grandes devido à quantidade de energia empregada nesses apetrechos tecnológicos. Por isso, são necessárias revisões periódicas.


As panes elétricas são as causas mais comuns de problemas no carro. Isso acontece por conta do uso severo do veículo, como longos engarrafamentos em estradas. A verificação do sistema elétrico deve ser feita regularmente, explica Antônio Gaspar de Oliveira, diretor do Sindirepa-SP, o Sindicato dos Mecânicos de São Paulo. “É ideal que a revisão de todo o sistema seja feita a cada seis meses por conta do uso excessivo dos carros. Com a correria do dia a dia, fica difícil realizar essa avaliação tão periodicamente, então se deve revisar sempre que a bateria concluir um ciclo, que geralmente dura dois anos”.


O alternador é peça-chave nesse sistema. É ele que abastece os componentes eletrônicos quando o motor está em funcionamento. Além disso, produz a energia usada para recarregar a bateria. Portanto, quando o problema está localizado nessa peça, a recarga da bateria fica comprometida, afetando todo o sistema. Fique atento à correia do alternador. Caso ela arrebente, a bateria não irá carregar e, em breve, o veículo irá parar de funcionar. Recomenda-se a revisão da correia a cada 10 mil quilômetros ou seis meses.

Bateria

A bateria é a responsável por alimentar todo o sistema quando o carro está desligado e, por conta disso, pode sofrer panes. Ligar e desligar o motor sucessivamente durante os congestionamentos podem prejudicar a bateria. Aquele hábito de deixar o som ligado com o carro desligado também pode comprometer a bateria. Deve-se evitar deixar luzes, faróis, lanternas e som ligados com o carro parado. Assim, o desperdício de energia é evitado, diminuindo as chances de colapso.

Observar o painel é fundamental para identificar problemas elétricos, observa Gaspar. “O carro fala com o motorista. O motorista que geralmente não entende o que se passa com o veículo. É imprescindível que o condutor fique atento aos sinais luminosos no painel. Sempre que houver um problema elétrico, uma luz vermelha, em formato de bateria, ficará acesa. Esse é o sinal de que algo não está dentro do normal e de que se deve procurar uma auto elétrica” concluiu o especialista.

terça-feira, 24 de maio de 2016

6 dicas para aumentar a vida útil do pneu do seu carro.


Muitas vezes esquecidos, os pneus exercem uma importante função para o bom desempenho do veículo. Simples hábitos e costumes na manutenção podem garantir uma vida útil prolongada e ainda gerar maior economia de combustível para o proprietário.

Confira as dicas para aumentar a vida útil do pneu:
1. Calibre semanalmente: andar com os pneus com pressão abaixo da especificada no manual do veículo impacta diretamente na durabilidade do pneu e no aumento do consumo de combustível.
2. Faça rodízio: Trocar os pneus traseiros com os dianteiros é fundamental para evitar o desgaste desigual. Para os pneus radiais, a troca deve feita a cada oito mil quilômetros, enquanto que, para os pneus diagonais, a recomendação é de que sejam trocados a cada cinco mil quilômetros rodados.
3. Evite contato com abrasivos ou solventes: O contato do pneu com derivados de petróleo ou solventes deve ser evitado a todo custo. A utilização desses componentes químicos desgasta a borracha e provoca a perda das suas principais propriedades mecânicas e físico-químicas.
4. Faça manutenção preventiva: Seguir corretamente todas as manutenções indicadas no manual do seu veículo para a verificação de amortecedores, freios, molas, rolamentos, rodas e eixos agem diretamente nos pneus.
5. Troque no momento correto: Observar periodicamente o indicador de desgaste de rodagem TWI (Tread Wear Indicators) é ideal para saber se o pneu ainda tem condições de uso ou se já é o momento de trocar.
6. Dirija com atenção e concentração: Evitar aceleradas e frenagens bruscas, pois elas contribuem para a preservação do desgaste prematuro dos pneus, na diminuição do consumo de combustível e, ainda, na segurança no trânsito.
Fonte: http://goo.gl/IcpT5c

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Dicas importantes para uma viagem segura


Para evitar acidentes na estrada o motorista deve fazer a revisão do carro e conferir o estado dos pneus e dos itens de segurança. Dirigir em alta velocidade, fazer ultrapassagens indevidas e o consumo de bebidas alcoólicas são as principais causas de acidentes.
Por isso, além de cuidar do carro, o motorista deve ter domínio do veículo e atenção às condições do trânsito das vias. De acordo com a Polícia Rodoviária também é importante planejar o itinerário da viagem e ter em mãos telefones de emergência, localização das bases da polícia e de pontos de apoio para eventuais paradas.
Respeitar a capacidade de carga do veículo também garante segurança na viagem. A carga transportada bagageiros e reboques – usados no teto ou na traseira do utilitário – não pode ultrapassar 50 cm de altura segundo o Conatran (Conselho Nacional de Trânsito).
Confira outras dicas importantes, para manter a segurança durante a viagem:

  • Verifique o nível do óleo e da água da bateria, parte elétrica, lâmpadas, pneus e estepe. 
  • Não se esqueça de levar o extintor de incêndio, macaco, triângulo e chave de roda.
  • Certifique-se de que a documentação do veículo está em dia.
  • Mantenha os faróis baixos acesos, mesmo durante o dia. 
  • Em caso de neblina use farol baixo ou próprio para neblina.
  • Mantenha uma distância segura dos veículos à frente e só ultrapasse em locais permitidos e com boa visibilidade. 
  • Para relaxar, faça uma parada a cada duas horas.
  • A cadeirinha é obrigatória para crianças até sete anos e meio. 
  • Crianças maiores de dez anos podem viajar no banco dianteiro.

  


Fonte: http://goo.gl/VLVgMq

sexta-feira, 20 de maio de 2016

10 dicas para cuidar da pintura do seu carro.






Tem dúvidas de como cuidar da pintura do seu carro? Com ajuda de Seiiti Ogata, proprietário da O2autolab, oficina especializada em funilaria e pintura, respondemos as principais perguntas sobre o assunto. Confira!

1. Algumas pessoas usam limão, esfregado diretamente, para remover manchas do calcário de goteiras de prédios. Pode? 
Pode desde que a cal ou o cimento que caiu sobre o veículo não tenha danificado o verniz. Se isso ocorreu, é preciso fazer uma repintura. O limão tem uma ação excelente para essa remoção, pois é ácido. É preciso limpar a área depois de passar o limão, pois, devido à sua acidez, ele pode corroer a pintura.

2. As capas automotivas protegem mesmo a pintura?
Sim. Por outro lado, a ação de colocar e tirar a capa risca o carro. Sendo assim, só vale a pena usá-la em um modelo que vai ficar muito tempo parado.

3. Como remover adesivos com papel da lataria?
Use um soprador térmico para aquecer e o adesivo o remova usando uma espátula plástica. Depois, é necessário fazer um polimento para tirar a marca que o adesivo deixou.

4. Com que frequência se pode ou se deve encerar o carro?
Depende da cera que é utilizada. As ceras comerciais têm uma durabilidade média de um mês. Então, pode encerar a cada mês. Já os produtos profissionais resistem de seis meses a um ano.

5. Como eliminar grude de piche na carroceria?
Para evitar danos à pintura é indicado o uso de um solvente leve ou à base de água. O ideal é ir a uma oficina, mas é possível fazer em casa uma solução com 50% de querosene e 50% de água. É importante ressaltar que se o carro tiver alguma proteção como uma cristalização ou cera, o solvente vai remover esse produto. Por isso, é necessário reaplicá-lo.

6. Como remover respingos de tinta que caíram sobre a lataria?
O ideal é tentar remover enquanto a tinta não está seca, mas, se isso já ocorreu, é possível remover com uma solução com 50% de querosene e 50% de água. Em casos críticos, é melhor levar para uma oficina especializada.

7. Como evitar que a pintura fique fosca e que o verniz comece a descascar com o tempo?
Quando a pintura é original, dificilmente isso acontece. Isso só ocorre por conta de verniz de baixa qualidade. No dia a dia o carro vai riscando e acaba perdendo um pouco do brilho. Por isso, de vez em quando é bom fazer um bom polimento para eliminar os riscos.

8. O que ocasiona menos desvalorização na hora da revenda: riscos na lataria ou ter partes do carro pintadas?
Depende do comprador. Caso seja um lojista, se o carro foi bem repintado, provavelmente vai ter menor desvalorização do que o riscado. Se for para um particular, talvez a situação se inverta. O que é certo é que uma pintura malfeita deprecia muito.

9. Como tirar dejetos de pássaros e seiva de plantas?
Para os dejetos, use o limão. Já a seiva, com uma lavagem. Se já tiver afetado o verniz é preciso fazer uma repintura.

10. É verdade que a cor vermelha "queima" com o passar do tempo, por conta da intensa exposição ao sol, neblina e sereno?
Na verdade todas as cores estão sujeitas a essa ação dos raios UVA e UVB. Mas hoje em dia os veículos já têm uma proteção maior e não sofrem tanto com isso.

Fonte: http://goo.gl/42t2iK

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Dicas de revisão automotiva



É preciso tomar alguns cuidados antes de pegar a estrada. Seja em viagens de longa distância ou até mesmo para uso constante dentro da cidade, conferir o bom funcionamento do seu carro é essencial para manter a segurança e garantir um descanso sem sustos.

É muito importante não deixar esta checagem para a última hora, confira agora algumas dicas de revisão automotiva e fique em dia com o seu carro!

01. Motor: Revise as condições e níveis dos fluídos, tais como óleo, fluido de freio, líquido do sistema de arrefecimento, óleo da direção hidráulica, os filtros - de óleo, ar, combustível e cabine. Vida útil e estado geral das correias, inspeção visual na bateria e teste de carga.

02. Parte Inferior: Verifique a situação da suspensão, como folgas nas juntas, braços, coxins, bandejas, amortecedores, além de possíveis vazamentos de fluido.

03. Parte Interna: Iluminação do painel, luzes de advertência, alavancas de comando de seta, limpador de parabrisa e pressão do pedal de embreagem, buzina, extintor de incêndio e condições do estepe.

04. Parte Externa: Sinalização, faróis, palhetas do limpador de parabrisa e pneus.

Fonte: http://goo.gl/NDHVYj

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Tempo frio prejudica carros flex sem manutenção correta; Veja dicas



Temperaturas frias como as vistas nos últimos dias no país também podem afetar o funcionamento de carros. Modelos flex, quando abastecidos com etanol, podem não pegar depois de ficarem parados da noite para o dia, se não houver manutenção correta do sistema de partida a frio. Ele entra em ação somente quando a temperatura ambiente fica abaixo de 15°C.
Como em um país quente como o Brasil isso costuma acontecer somente no inverno, há o risco de a gasolina do tanquinho estar velha quando o veículo precisar dela. Nesse caso, ela perde seu poder de queima e o etanol não consegue, sozinho, atingir temperatura suficiente para iniciar a combustão no motor.
arte carro flex partida a frio tanquinho VALE ESTA (Foto: Arte G1)
Gasolina aditivada


"Cuidar" da gasolina do tanquinho é a principal dica de especialistas consultados pelo G1 para evitar problemas no frio. Segundo eles, o combustível usado no reservatório deve ser, de preferência, aditivado. E essa gasolina precisa ser trocada após um longo período de calor ou a cada 90 dias, para não envelhecer. Quem abastece o carro por muito tempo com gasolina e, depois, volta a usar o álcool, deve estar atento ao tempo em que a gasolina do tanquinho está ali.

A troca da gasolina velha do sistema de partida a frio deve ser feita em uma oficina, e não no posto de combustível, diz o diretor do Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de São Paulo (Sindirepa), César Samos. “É preciso limpar o reservatório e, em alguns casos, o mecânico tem que desmontar o conjunto”, explica.
  • O especialista diz que, após a limpeza, o mecânico tem que testar o sistema antes de colocar o combustível novo. Samos afirma que este tipo de serviço, contando com a cobrança da mão de obra, custa R$ 100, em média.

  • Para evitar o gasto adicional, a recomendação é não completar o tanquinho de partida a frio ao abastecer com gasolina. Pouca quantidade do combustível é suficiente para fazer o sistema funcionar em dias frios. “Assim, quando a frente fria vai embora, não sobra muito combustível no tanque”, explica o diretor do Sindirepa.
Quando o carro não pegar...


Mais esquecido do que o tanquinho costuma ser o sistema de ignição. O assistente técnico da fabricante de velas NGK, Hiromori Mori, alerta que o motorista não deve insistir em girar a chave quando o carro não pegar de primeira. Segundo ele, a insistência pode causar o encharcamento das velas.
“Se o problema ocorrer, é necessário aguardar, com o carro desligado, até que o combustível evapore por completo. Esse tempo varia de carro para carro e pode levar até 30 minutos, mas não é garantia de que o carro pegue”, explica Mori, sobre uma possível necessidade de visita ao mecânico.
As velas com vida útil ultrapassada ou com excesso de desgaste podem diminuir o desempenho do veículo, dificultando também a partida após o carro ficar da noite para o dia desligado. A durabilidade da vela varia conforme o fabricante, por isso o prazo de manutenção é estabelecido pela montadora. “O que recomendamos é que a cada 10 mil quilômetros rodados, ou uma vez por ano, a pessoa leve o carro a um mecânico capacitado para examinar as condições da vela”, diz Mori.
Segundo ele, para veículos que circulam por trânsito intenso, o tempo é menor porque as velas desgastam mais. “Nos grandes centros urbanos, o veículo não ganha quilometragem, mas o motor continua funcionando e, assim, a vela se desgasta”, explica o assistente técnico da NGK.
Troca de combustível principal
Outra recomendação de Mori é ficar atento ao trocar o tipo de combustível do motor principal dos carros flex. Segundo o especialista, quando o carro está abastecido com gasolina e é feita a troca para etanol, ou vice-versa, é necessário dirigir o veículo de 8 a 15 km antes de estacioná-lo por longo período.
“Isso é necessário para que o sistema de controle do motor reconheça o combustível presente no tanque e reprograme a estratégia de funcionamento do motor, inclusive a partida a frio”, detalha. Caso o procedimento não seja feito, o condutor só vai se dar conta no dia seguinte, com o carro frio.

Fonte: http://goo.gl/Q7ebx0

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Quando devemos trocar os Amortecedores ?


O amortecedor é um dos componentes mais importantes da suspensão de um carro, é ele que assegura a estabilidade em freadas e curvas. Trabalha em conjunto com as molas controlando seus movimentos, para que a carroceria não fique oscilando e a mola não chegue ao final de seu curso. Esse componente fundamental para sua segurança da sinais quando chega o momento certo para troca-lo, e para saber esse momento você deve prestar atenção no comportamento do seu veículo, então vamos aos sintomas.
1. Vazamento: O vazamento do fluído contido no amortecedor faz com que ele perca totalmente o seu funcionamento. É facilmente diagnosticado, pois o óleo vaza e escorre pelo o amortecedor.

2. Estabilidade: Se você nota que seu veículo se comporta de forma diferente, como por exemplo, nas curvas parece escorregar e ter a tendência a passar direto fazendo você reduzir a velocidade ou freiar(sair de frente, para os mais técnicos Understeering.), ou pior, tem a tendência a rodar, a traseira derrapa fazendo você corrigir a direção(sair de traseira, Oversteering.) é sinal de que os amortecedores não estão mais agindo como deveria, se esse comportamento está freqüente, é por que eles já não estão mais funcionando.
3. Barulhos e vibrações: Fácil de notar, dirigindo por ruas e estradas esburacadas ou irregulares você além de sentir maior vibração do carro, notará também um barulho seco de algo batendo. O amortecedor não está mais controlando os movimentos da suspensão e está batendo no final de seu curso, neste momento apenas as molas atuam.
4. Roda quicando: Esse sintoma é simplesmente descarado, eu até brinco quando estou na rua por que sempre vejo carros com amortecedores vencidos. É simples, quando o veículo passa por irregularidades a roda devido a ausência do amortecedor fica “quicando”, ela sobe e desce muito rápido, é bem fácil pois chama atenção ao ver a roda vibrar. Peça para um conhecido seu acompanha-lo e prestar atenção nas rodas durante passagens irregulares.
A vida útil de um amortecedor é muito variável, depende das condições em que o veículo trafega e também de sua solicitação de carga, por exemplo, se você anda freqüentemente com o veículo carregado, o amortecedor brevemente irá deixar de funcionar.
As montadoras estabelecem alguns prazos, números como 30.000 e 60.000 quilômetros são comuns, mas como foi dito acima, esse número pode variar.
Dica: Para saber se seu amortecedor já está “morto”,  posicione-se em um ponto do veículo mais próximo dele e comece a empurra-lo para baixo, o amortecedor em bom estado logo no segundo empurrão irá se opor ao movimento. Já o amortecedor em fim de vida você facilmente empurrará o veículo várias vezes, além da carroceria do veículo continuar oscilando mesmo você não empurrando mais.
Agora você já sabe, faça sempre a troca preventiva de seus amortecedores assim que os sintomas acima aparecerem, não por apenas questão de economia e sim, por segurança.
Fonte: http://goo.gl/FG4CxC