sexta-feira, 31 de julho de 2015

Carro parou? Saiba quais podem ser as causas da pane

Alguns problemas até podem ser indicados no painel e no computador de bordo (quando existe), mas e os outros? Selecionamos os motivos mais comuns que podem fazer o carro parar de funcionar e as providências necessárias para resolvê-los. São apenas noções básicas para evitar que você caia na mão de oportunistas.

Combustível: O uso de combustível adulterado pode fazer com que o carro pare. As impurezas podem entupir os injetores e bloquear a injeção de combustível na câmara. Caso isso ocorra, é necessária a limpeza dos bicos, feitas por mecânicos especializados. Abasteça sempre em postos de confiança para evitar essa dor de cabeça.

Superaquecimento: O superaquecimento tem um sinal típico: fumaça. Caso o carro pare de funcionar e, em seguida, ocorra grande dissipação de fumaça, o problema é a temperatura do motor. Espere o motor esfriar e complete o nível d’água. Fique atento ao abastecer se existe vazamento no sistema e verifique a eficiência da tampa do reservatório.

Injeção eletrônica: Caso a luz acenda e o motor continue funcionando, existe uma falha no sistema elétrico. Procure uma oficina. Porém, se a luz acendeu e o carro parou, significa que o sistema de injeção está com problemas. Não tente mexer. Apenas um mecânico especializado ou uma concessionária podem resolver o problema.

Bateria: Caso a luz da bateria no painel esteja acesa, o defeito pode ser tanto na bateria quanto no alternador, que pode estar com defeito ou quebrado. Com falha, o alternador não recarrega a bateria, fazendo com que a energia da bateria seja usada até o fim sem a reposição da carga. O problema pode ser resolvido em uma empresa especializada com uma recarga ou troca da bateria.

Bobina: A bobina é responsável por gerar a corrente de alta tensão que provoca a faísca nas velas. Pode acontecer o superaquecimento da peça, parando de produzir a corrente necessária. Isso impede o funcionamento do carro. O jeito é esperar ela esfriar. Em cerca de dez minutos o carro volta a ligar. Essa medida, porém, é uma solução de emergência. Assim que possível leve o carro em uma oficina elétrica para sanar os problemas.

Bomba de combustível: Às vezes a bomba de combustível pode falhar e não conseguir enviar gasolina ou álcool na pressão ideal exigida pelo motor. Não tem jeito, ela precisa ser trocada. A substituição é rápida e pode ser feita em uma empresa especializada.

Correia dentada: Acionada pelo motor e ligada ao comando de válvulas, a correia dentada pode arrebentar e isso acontece geralmente com o carro em movimento. Ao menor sinal de rompimento, não tente dar partida no carro. A tentativa pode empenar válvulas e danificar o cabeçote do motor. A troca deve ser efetuada em concessionárias. Os fabricantes recomendam a substituição da correia, em média, a cada 50 mil quilômetros.

|Fonte: http://goo.gl/5pF0v7|

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Liberdade na estrada: confira dicas para uma viagem segura de moto

A manutenção do veículo evita os riscos de um retorno antecipado



O vento no rosto e a possibilidade de trafegar enquanto os carros e
estão parados em congestionamento são alguns dos atrativos de viajar de moto. Fazer manutenção e estar com a documentação em dia é o mínimo que se espera de um condutor. Mas quem não segue algumas regras pode enfrentar dores de cabeça. Atitudes simples e acessórios baratos deixam a viagem mais segura e confortável.

Diretor de mototurismo da Federação Gaúcha de Motociclismo, Humberto Lague é um dos mais experientes viajantes em duas rodas do Estado. Desde 1983, jamais passou uma temporada sem rodar milhares de quilômetros no Brasil ou na América do Sul. Há três anos, rumo à fronteira entre Chile e Argentina, aprendeu na prática mais uma lição:

“Estávamos em três, cada um numa moto, todas sem protetor de manete. Parece uma peça sem utilidade, mas o frio gelava as mãos. E um amigo machucou o dedo com uma pedrinha jogada por um carro. Vivendo e aprendendo”, conta.

Nos dias mais ensolarados, viajar de bermuda é um convite. Mas, além de perigoso em caso de queda, traz riscos à pele.

“O condutor não percebe por causa do vento, mas o sol age. Ao redor de lagos ou rios, fica pior, pois os raios refletem na água e voltam para o motociclista”, explicou.

O caderno Sobre Rodas do jornal Zero Hora (edição de quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013) publicou uma série de dicas para manter a motocicleta pronta para viajar. Leia a matéria na íntegra na edição impressa.

Fonte: http://goo.gl/mZ2nkO

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Direção eletrohidráulica consome menos combustível




Apesar das direções hidráulica e elétrica serem as mais conhecidas, existe também outra forma de direção assistida: a eletrohidráulica. É um sistema híbrido entre os dois modelos. Relativamente novo, também cumpre bem seu papel principal, que é facilitar a vida do motorista na hora das manobras.


O sistema eletrohidráulico tem o funcionamento semelhante ao da direção hidráulica. Ou seja, a direção fica mais leve graça ao óleo tocado por uma bomba que circula dentro da caixa de direção. Essa lubrificação auxilia o motorista na hora das manobras. A diferença é que essa bomba é acionada por um motor elétrico e não pelo motor do carro. Isso evita a perda de potência do automóvel. A consequência é menor consumo de combustível.

O sistema também precisa de manutenção periódica semelhante ao da direção hidráulica convencioal. Ou seja, é preciso o acompanhamento do nível de óleo e troca do fluido da caixa de direção nos prazos recomendados pela montadora.

Nome errado

Apesar de já estar no mercado há mais de cinco anos, a direção eletrohidráulica é confundida com a elétrica. Mas no sistema elétrico, não há óleo nem correias na caixa de direção. Todo o funcionamento é elétrico. Tanto na elétrica quanto na eletrohidráulica há um risco: pane elétrica. Neste caso, o volante ficará pesado, mas o motorista seguirá com o controle do carro.

Fonte: http://goo.gl/FZIwFF

terça-feira, 28 de julho de 2015

Veja dicas para pegar a estrada com os pneus em dia

Especialista da Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos dá dicas sobre cuidados essenciais
O verão se aproxima e, com ele, boa parte das pessoas decide aproveitar os finais de semana para viajar em busca de sossego, seja na praia ou no sítio. Se você tem esse hábito, fique atento ao que é importante verificar nos pneus do automóvel para ter segurança total na hora de viajar.

Dentre os itens que precisam ser revisados, os pneus estão entre os mais importantes. Trafegar com pneus "carecas" (lisos, sem as ranhuras), por exemplo, é extremamente perigoso e imprudente, além de ser uma infração de trânsito. O assunto é sério e merece atenção.

Para saber se tudo está em dia, confira trechos da entrevista do consultor técnico da Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (ANIP) Giovanni Carlo Rossi.

1) Que cuidados o motorista deve ter com os pneus antes de pegar a estrada?
Em primeiro lugar, o motorista deve verificar o desgaste do pneu. Para fazer isso, é simples, é só checar se o pneu atingiu ou superou o limite de 1,6mm de profundidade dos sulcos e, se isso ocorrer, a troca deve ser providenciada antes da viagem.

O motorista também não deve esquecer do estepe. Ele tem que estar em boas condições e pronto para o uso no caso de necessidade de troca. Vale lembrar, embora a maioria dos motoristas saibam disso, que é importante calibrar os pneus levando em consideração o peso que se está levando. Um carro carregado de malas e com quatro passageiros, por exemplo, pode exigir uma calibragem maior do que um automóvel sem bagagem e apenas com o motorista.

2) Como é este indicador da marca de 1,6 mm que indica quando o pneu deve ser trocado?
Para ajudar os motoristas a saber quando está na hora de trocar o pneu, existe um indicador na banda de rodagem. Tecnicamente, ele é chamado de Tread Wear Indicator (TWI). É uma saliência de borracha com altura de 1.6mm que é colocada dentro do sulco do pneu. TWI Quando o desgaste do pneu atinge esse indicador, significa que já está no limite de segurança e é hora de trocá-lo.

3) Qual a calibragem ideal?
Os pneus devem ser calibrados semanalmente de acordo com a indicação do manual do fabricante. É importante levar em consideração também o peso que se está levando no veículo.

4) Como sei qual o pneu mais adequado para o meu carro?
Diferentes carros, portanto, necessitam de pneus de concepções absolutamente diferentes e coerentes com as exigências de cada um. Para saber o pneu adequado para um carro, o proprietário deve consultar o manual do veículo

5) Qual a durabilidade para utilização dos pneus?
A duração dos pneus depende de uma série de fatores como a carga sobre o pneu, da pressão do pneu, da maneira de dirigir do motorista, da velocidade, da regularidade de marcha, das condições mecânicas do veículo, da concentração de tráfego e ainda outros fatores como clima e temperatura ambiente.

Como não é possível determinar uma quilometragem específica para a troca de pneus, é muito importante que o motorista fique atento para o limite de segurança de desgaste que é de 1.6 mm de profundidade dos sulcos.

6) Quando o motorista deve realizar o balanceamento e alinhamento dos pneus?
O balanceamento das rodas + pneus ou alinhamento do veículo deve ser realizado a cada 10.000 kms rodados, quando surgirem vibrações, na troca ou no conserto do pneu, quando o veículo sofrer impactos na suspensão, quando apresentar desgastes irregulares, quando forem substituídos componentes da suspensão ou quando o veículo estiver puxando para um lado.

Fonte: http://goo.gl/sPtDzd

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Veja 10 cuidados para manter seu carro impecável

Todo mundo sabe que o valor de um carro cai anualmente, mas muita gente se esquece de que a falta de cuidados básicos pode desvalorizá-lo ainda mais e, em alguns casos, dificultar muito o momento da troca. Veja abaixo 10 dicas para pôr em prática o quanto antes e assim garantir o melhor preço para o veículo:

1) Lavar o carro na volta da praia

Pouca gente faz isso, até porque não é fácil achar um posto que levante o carro para lavá-lo por baixo.
Mas este é um cuidado importante. O sal acelera a oxidação (ferrugem) nas peças que não possuem tratamento anticorrosão. As mais atingidas são peças fundidas com alto teor de carbono, como discos de freio, cilindros de roda, bloco do motor, pinças de freio, entre outras.

2) Nada de querosene

Não se deve aplicar querosene ao lavar o carro. Este produto danifica a pintura e a maioria das borrachas da suspensão. Água e sabão neutro são suficientes para uma boa limpeza, inclusive da lataria.
Se você deixa seu carro exposto ao sol e à chuva diariamente, é bom fazer um enceramento a cada três meses.

3) Conserte os amassadinhos

Pequenos amassados devem ser reparados o mais breve possível. É comum as pessoas acumularem os serviços de funilaria e pintura e, por conta disso, deixarem de lavar seus carros. De repente, elas percebem que terão que pintar todo o carro: isso porque muitas vezes a ferrugem toma conta do local amassado, deixando uma impressão pior ainda.

4) Evite manchas

Deixe seu carro longe de: goteira de cimento, óleo de freio, fezes de pássaros, gasolina, tíner, e tome cuidado ao estacionar embaixo de árvores.
Se seu carro possui manchas provocadas por alguns destes produtos é melhor levá-lo a uma oficina especializada para tentar removê-las. Cuidado: soluções caseiras utilizando materiais inadequados podem causar ferimentos e piorar o problema.

5) Cuidado com máquinas de asfalto e demarcação

Entre os poucos que podem ser resolvidos em casa, respingos de asfalto podem ser removidos da pintura com óleo para bebês. Já respingos de tinta demarcatória de asfalto (como faixas de pedestres) devem ser tirados em oficina especializada. Portanto, passe longe de máquinas de demarcação.

6) Carro repintado requer mais cuidado

Um leitor perguntou se pintura metálica requer mais cuidados do que a sólida. Depende. Carros com pintura sólida que já foram repintados necessitam de mais cuidado, pois a maioria das oficinas de funilaria e pintura utiliza o PU (poliuretano) no lugar do Poliéster (utilizado pelas montadoras). Como o PU não exige a aplicação da camada de verniz, a pintura fica mais vulnerável a manchas. Se a pintura do seu carro é original, não existem cuidados diferentes entre a sólida e a metálica.

7) Atenção no lava-rápido

Não se pode generalizar, mas, infelizmente, alguns funcionários destes estabelecimentos não recebem treinamento adequado. Todo carro deve ser lavado na sombra, começando pelo teto. No entanto, é comum encontrarmos lavadores que começam por baixo - a parte que geralmente possui terra respingada das rodas. Se o lavador encher a bucha de terra, provavelmente vai riscar toda lataria. Este fato é muito observado em carros pretos: as marcas de movimentos circulares ficam bem evidenciadas.

8) Capas nem sempre protegem

Capas plásticas não combinam com umidade nem poeira. Para cobrir um carro é necessário que o material esteja totalmente limpo e seco. Dê preferência para capas forradas por dentro e com grande ventilação.

9) Marquinha da porta do carro vizinho

Seu vizinho de garagem não toma cuidado ao abrir a porta? Já existem no mercado alguns protetores de espuma magnetizados que se coloca na lateral cada vez que estaciona o carro. Uma opção mais barata que alguns internautas citaram é a utilizar os "espaguetes" de piscina: você pendura um de cada lado do carro, amarrados com um barbante. Visualmente não é a melhor solução, mas seu vizinho de garagem vai entender o recado.

10) Polimento sem exagero

Polimentos, cristalizações, espelhamento e revitalizações são bem-vindos, porém com moderação. A cada polimento, uma parte da camada de verniz é removida através da utilização de politrizes de alta rotação associadas a massas abrasivas. Geralmente esse serviço é indicado para pinturas manchadas, queimadas de sol. Para veículos novos e seminovos, sem manchas, a melhor opção é o enceramento.

Fonte: http://goo.gl/q9tKgS

sexta-feira, 24 de julho de 2015

É NECESSÁRIO TROCAR O LUBRIFICANTE DO CÂMBIO?

Segundo Roberto Santilli, proprietário da oficina Câmbio Técnico, a troca do lubrificante da transmissão deve ser feita apenas se o dono do veículo tiver respeitado os períodos de troca recomendados pelo manual do proprietário.
Como esse não é o caso do seu Corolla, a dica é outra. “Nessa situação, não convém trocar. O correto é completar o nível, quando necessário.” Santilli explica que, com o tempo, os discos que compõem o sistema se desgastam e soltam fuligem no lubrificante, que vai ficando cada vez mais espesso se não tiver sido trocado no momento adequado.
“A rigor, o óleo novo, mais fino, não cobre os pontos desgastados dos discos. Com isso, é muito provável que a transmissão passe a patinar, ou a ‘dar trancos’, a cada mudança de marcha.” Santilli diz que mecânicos de algumas oficinas não fazem essa recomendação, apesar de saberem que o risco existe. Se o problema se manifestar, a única alternativa é trocar os discos, procedimento que custa caro.

Fonte: http://goo.gl/aGli3o

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Carros com reboque precisam de cuidados especiais; entenda

Se o porta-malas não é mais suficiente e você quer usar reboque no carro, saiba que é preciso seguir alguns cuidados. Há regras desde a colocação de puxador até em relação à velocidade permitida, além de atenção específica com a manutenção.

Veja dicas para usar reboque no carro

Motoristas que usam reboque devem seguir recomendações especiais É preciso conferir no manual do proprietário o peso máximo para a carga Puxadores de reboque devem ter certificação do INMETRO E a velocidade máxima recomendada para todos os carros é de 80 km por hora, independentemente da estrada Algumas montadoras, por exemplo, indicam antecipar a troca de óleo em carros que regularmente andam com reboque

O primeiro passo para colocação de reboque é consultar o manual do proprietário do veículo para ver qual a capacidade máxima de PESOpermitida conforme o motor do carro. O excesso de peso prejudicará as peças da suspensão, os pneus e irá provocar maior desgaste do motor. Depois, o motorista deve procurar um engate com certificação do INMETRO. O selo é uma exigência do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). “Se o engate não for certificado, há risco de não suportar o reboque. Isso pode trazer sérios riscos de acidente ao motorista e aos outros carros”, observa Éder Rasso, supervisor de engenharia da Engetran, empresa especializada em engates de reboque.

Os engates são específicos para cada modelo de carro porque têm uma capacidade certa. Além disso, é preciso checar se a carga não vai ultrapassar o peso, verificar se o sistema de freios está em dia, se os pontos de fixação estão corretos e se a instalação elétrica está certa. É bom lembrar que no reboque deve haver as mesmas lâmpadas da traseira do carro, como luz de freio, de ré e setas.

Velocidade máxima

Com reboque no carro o motorista precisa ter maior cautela ao dirigir, especialmente nas curvas e em dias chuvosos. E a velocidade máxima recomendada para todos os carros é de 80 km por hora, independentemente da estrada. Em viagens longas, é preciso checar os engates e a instalação elétrica a cada mil quilômetros.

O motorista também precisa consultar o manual do proprietário para saber se há recomendações em relação à manutenção. Algumas montadoras, por exemplo, indicam antecipar a troca de óleo em carros que regularmente andam com reboque.

Fonte: http://goo.gl/cmRrk9