terça-feira, 26 de maio de 2015

Dicas para cuidar do seu carro no Verão

Calor excessivo tem impactos negativos sobre o veículo. Mas medidas simples garantem proteção
Se dentro de um carro os efeitos do calorão já incomodam, imagine o impacto da exposição contínua ao sol forte do lado de fora. A poucos dias da chegada oficial do Verão, no dia 21, é fundamental tomar alguns cuidados especiais com a caranga para esta estação.

"O automóvel é um equipamento e exige certos tratamentos que são simples, mas essenciais. Nessa época do ano, o calor excessivo pode ser um grande vilão e preservar o veículo é uma saída para evitar surpresas indesejáveis", explica o gerente de Pós-venda da Copagra, Francisco Oliveira.

Confira abaixo algumas dicas do especialista para proteger seu carro dos danos causados pelas altas temperaturas.

Exposição prolongada ao sol danifica lataria

O principal cuidado no verão diz respeito à limpeza do automóvel. Jamais lave o carro durante um dia quente, diretamente sob o sol, pois os raios prejudicam a pintura. O primeiro passo, ainda antes de começar a lavagem, é certificar-se de que a carroceria e o motor estejam frios, para evitar choques térmicos. Esse cuidado também evitará que o sabão seque e deixe manchas na lataria.

Além disso, os produtos para a higiene do veículo devem ser específicos para esse tipo de lavagem. Francisco recomenda o uso de ceras para polimento que atuam como uma película protetora, mas alerta para que sejam comprados em casas especializadas. Produtos de má qualidade também podem danificar a pintura.

Sempre que possível, estacione o veículo em local coberto. Se não encontrar, ou o preço da garagem estiver salgado, busque a sombra de uma árvore. Mas não esqueça de limpar os resíduos que caírem sobre o teto do carro assim que sair com ele novamente.

Evite rachaduras nas borrachas de vedação

O sol forte também pode ressecar as borrachas de guarnição, ocasionando rachaduras que comprometem a estética do veículo e podem, inclusive, afetar o padrão de vedação dos vidros. Para esse problema não tem outro jeito: a saída é caçar uma vaga com sombra para estacionar o veículo.

A maresia e a areia também são grandes vilãs. Por isso, quem costuma ir à praia precisa lavar o carro com mais frequência. Tenha atenção especial com as palhetas do limpador de para-brisa. Se estiverem corroídas, podem prejudicar a visibilidade em dias de chuva. Aditivos especiais para o fluido dos lavadores aumentam a vida útil das palhetas.

Atenção para os líquidos não secarem

Checar os líquidos do veículo é importante o ano todo, mas no verão a atenção deve ser redobrada. Observar o nível de água e aditivo do radiador é a regra número um. Fique de olho também nos níveis do fluido do freio, da direção hidráulica, do sistema de arrefecimento do motor, dos lavadores do para-brisa e do vidro traseiro, do óleo do motor e do câmbio.

Tanto para a rodagem na cidade quanto na estrada, é aconselhável ter o sistema de resfriamento em dia, para evitar superaquecimento, um problema muito recorrente em dias mais quentes. Vazamentos ou acúmulo de sujeira podem sobrecarregar o sistema.

Acerte no uso do ar-condicionado

Refrescar o veículo é ótimo, mas é preciso saber o melhor momento de usar o ar-condicionado. Para curtas distâncias na cidade, não vale a pena. Na estrada, porém, deixar a janela aberta gasta mais combustível, pela pressão aerodinâmica do vento.
Se o carro ficou sob o sol forte, o ideal é andar três minutos com a janela aberta antes de ligar o equipamento. Assim, o ar frio toma o lugar do quente. Não esqueça de revisar a limpeza do sistema, em especial se o ar ficou desligado por muito tempo.

Proteja o estofamento

O estofamento é a parte que demonstra mais rapidamente os efeitos da exposição ao sol, como descoloração e manchas. Para evitar esse danos, uma boa alternativa é proteger os bancos com capas. Para as áreas plásticas, a dica é utilizar uma proteção sanfonada no painel.

Recalibre os pneus

O atrito da borracha contra o solo é mais intenso em dias quentes. Por isso, deve-se observar o desgaste dos pneus e manter a calibragem recomendada. Encha os pneus quando frios. O calor aumenta a pressão e dificulta o processo.

Fonte: http://goo.gl/1QJkQc


Calor excessivo tem impactos negativos sobre o veículo. Mas medidas simples garantem proteção
Se dentro de um carro os efeitos do calorão já incomodam, imagine o impacto da exposição contínua ao sol forte do lado de fora. A poucos dias da chegada oficial do Verão, no dia 21, é fundamental tomar alguns cuidados especiais com a caranga para esta estação.

"O automóvel é um equipamento e exige certos tratamentos que são simples, mas essenciais. Nessa época do ano, o calor excessivo pode ser um grande vilão e preservar o veículo é uma saída para evitar surpresas indesejáveis", explica o gerente de Pós-venda da Copagra, Francisco Oliveira.

Confira abaixo algumas dicas do especialista para proteger seu carro dos danos causados pelas altas temperaturas.

Exposição prolongada ao sol danifica lataria

O principal cuidado no verão diz respeito à limpeza do automóvel. Jamais lave o carro durante um dia quente, diretamente sob o sol, pois os raios prejudicam a pintura. O primeiro passo, ainda antes de começar a lavagem, é certificar-se de que a carroceria e o motor estejam frios, para evitar choques térmicos. Esse cuidado também evitará que o sabão seque e deixe manchas na lataria.

Além disso, os produtos para a higiene do veículo devem ser específicos para esse tipo de lavagem. Francisco recomenda o uso de ceras para polimento que atuam como uma película protetora, mas alerta para que sejam comprados em casas especializadas. Produtos de má qualidade também podem danificar a pintura.

Sempre que possível, estacione o veículo em local coberto. Se não encontrar, ou o preço da garagem estiver salgado, busque a sombra de uma árvore. Mas não esqueça de limpar os resíduos que caírem sobre o teto do carro assim que sair com ele novamente.

Evite rachaduras nas borrachas de vedação

O sol forte também pode ressecar as borrachas de guarnição, ocasionando rachaduras que comprometem a estética do veículo e podem, inclusive, afetar o padrão de vedação dos vidros. Para esse problema não tem outro jeito: a saída é caçar uma vaga com sombra para estacionar o veículo.

A maresia e a areia também são grandes vilãs. Por isso, quem costuma ir à praia precisa lavar o carro com mais frequência. Tenha atenção especial com as palhetas do limpador de para-brisa. Se estiverem corroídas, podem prejudicar a visibilidade em dias de chuva. Aditivos especiais para o fluido dos lavadores aumentam a vida útil das palhetas.

Atenção para os líquidos não secarem

Checar os líquidos do veículo é importante o ano todo, mas no verão a atenção deve ser redobrada. Observar o nível de água e aditivo do radiador é a regra número um. Fique de olho também nos níveis do fluido do freio, da direção hidráulica, do sistema de arrefecimento do motor, dos lavadores do para-brisa e do vidro traseiro, do óleo do motor e do câmbio.

Tanto para a rodagem na cidade quanto na estrada, é aconselhável ter o sistema de resfriamento em dia, para evitar superaquecimento, um problema muito recorrente em dias mais quentes. Vazamentos ou acúmulo de sujeira podem sobrecarregar o sistema.

Acerte no uso do ar-condicionado

Refrescar o veículo é ótimo, mas é preciso saber o melhor momento de usar o ar-condicionado. Para curtas distâncias na cidade, não vale a pena. Na estrada, porém, deixar a janela aberta gasta mais combustível, pela pressão aerodinâmica do vento.
Se o carro ficou sob o sol forte, o ideal é andar três minutos com a janela aberta antes de ligar o equipamento. Assim, o ar frio toma o lugar do quente. Não esqueça de revisar a limpeza do sistema, em especial se o ar ficou desligado por muito tempo.

Proteja o estofamento

O estofamento é a parte que demonstra mais rapidamente os efeitos da exposição ao sol, como descoloração e manchas. Para evitar esse danos, uma boa alternativa é proteger os bancos com capas. Para as áreas plásticas, a dica é utilizar uma proteção sanfonada no painel.

Recalibre os pneus

O atrito da borracha contra o solo é mais intenso em dias quentes. Por isso, deve-se observar o desgaste dos pneus e manter a calibragem recomendada. Encha os pneus quando frios. O calor aumenta a pressão e dificulta o processo.

Fonte: http://goo.gl/1QJkQc

segunda-feira, 25 de maio de 2015

RODAR COM O TANQUE DE COMBUSTÍVEL NA RESERVA PODE DANIFICAR ALGUM COMPONENTE DO VEÍCULO?

“Quem anda sempre com o tanque na reserva pode... ficar parado no meio do caminho”, brinca Henrique Pereira, membro da Comissão Técnica de Motores Otto da SAE Brasil. Brincadeiras à parte, o engenheiro diz que, a princípio, rodar ocasionalmente com o carro depois que a luz da reserva acende não acarreta prejuízos à mecânica do veículo. No entanto, se isso virar um hábito frequente, aí, sim, o carro poderá sentir algum efeito colateral. “Geralmente, no fundo do reservatório ficam depositadas impurezas, que podem ser trazidas para dentro do sistema (motor) quando o combustível do fundo do tanque for puxado.” Pereira explica que a ação pode causar o entupimento de algum filtro do veículo.
Em casos extremos, como rodar com o nível no limite da reserva, pode ocorrer superaquecimento da bomba de combustível. Se isso acontecer, mais uma vez o motorista poderá ficar parado no meio da rua. Para evitar dores de cabeça motivadas por falta de combustível ou troca prematura de componentes, o recomendável é rodar com ao menos ¼ do tanque preenchido.

Fonte: http://goo.gl/acIvjT

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Saiba como transportar crianças corretamente no carro


Além de obrigatórias pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), as cadeiras para transporte de criança são garantia de segurança. O tipo de cadeirinha e a forma de acomodar os menores mudam conforme a idade. Mas uma regra não pode ser descumprida: quem tem menos de 10 anos deve andar sempre no banco de trás.

Veja os tipos de cadeirinha para cada faixa etária
Para os menores bebês, o bebê-conforto é o assento apropriado As cadeirinhas são classificadas conforme a idade de cada criança Os assentos infantis concentram-se sempre se relação peso/altura A cadeirinha de segurança é indicada para crianças de aproximadamente 1 ano Deve-se observar a estatura da criança para o

uso do cinto de segurança, mesmo depois dos 10 anos

A legislação também ressalta que, sem o equipamento adequado de segurança, o transporte de crianças em automóveis é uma infração gravíssima. A pena é de multa e inclusão de sete pontos na carteira de habilitação. O veículo também fica retido até que seja corrigida a acomodação para a criança.

Veja, abaixo, os tipos de assento de acordo com cada faixa etária.

Bebê-conforto

Indicado às crianças que ainda não conseguem manter o equilíbrio da cabeça. Sob o formato de concha, o bebê deve sempre ser posto com a cabeça em sentido aos bancos dianteiros do veículo. Com essa medida, diminuem-se os riscos de traumas e colisões na coluna cervical. A posição do bebê somente deve ser alterada após os 9 quilos.

Assento conversível

A recomendação vai para as crianças que já ultrapassaram os 9 quilos, mas ainda não completaram 1 ano. A posição do assento ainda pode ser contrária aos demais assentos dos carros. Essa posição pode ser mantida até o topo da cabeça do bebê ultrapassar o limite da cadeirinha.

Cadeirinha de segurança

Indicada para crianças acima de um ano ou com, aproximadamente, 18 kg. A recomendação restringe-se à posição: a cadeirinha deve ser situada pela posição central do banco traseiro e virada para a frente: no sentido original dos bancos.

Assento de elevação

É referência para os casos em que a criança já ultrapassou os limites para uma cadeirinha, mas ainda não atingiu a altura para a utilização do cinto. O uso do assento de elevação deve ocorrer até por volta dos 10 anos de idade, ou 36 quilos.

No banco traseiro

Mesmo após os 10 anos completos, é aconselhável que seja observada se a estatura da criança é compatível com o uso do cinto. Para a preservação física da criança, seria adequado esperar que ela atinja a altura na qual o cinto de segurança consiga obter eficiência máxima. Caso contrário, ela deve permanecer na cadeirinha.

Fonte: http://goo.gl/qPvjPS

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Saiba qual o melhor óleo para o motor do seu carro

Ter um carro é como ter uma família, tem bons momentos, e existem aqueles momentos em que precisamos dar alguns cuidados que muitas vezes são encarados de forma despreocupada. E um desses cuidados gera muita dúvida na cabeça do proprietário, é a escolha do óleo lubrificante do motor.

Muitas pessoas não sabem qual óleo utilizar, a quantidade e qual sua função, e essa falta de conhecimento pode fazer você entrar em situações que poderiam ser evitadas. A utilização de lubrificante fora da especificação do fabricante pode causar alto consumo de combustível e desgaste prematuro do motor, reduzindo sua vida útil. De cara, é isso aí.
A função principal do óleo do motor, claro, é lubrificar as partes móveis evitando o atrito entre as partes, também possui a capacidade de trocar calor com as paredes dos cilindros auxiliando o sistema de arrefecimento do motor, além de dispersar resíduos parar evitar que estes venham a desgastar o motor.

É comum as pessoas irem a um centro automotivo, oficina ou até um posto de gasolina apenas para a troca do óleo, e ao chegar no local se depara com a dúvida, qual o melhor óleo a se utilizar ? De imediato, surgem diversas verdades e mitos, criados pelos próprios mecânicos do estabelecimento, mas desta vez vamos esclarecer três coisas importantes para escolher o óleo lubrificante correto para o seu veículo.

Especificação SAE: Esta é a especificação de viscosidade do óleo do motor, o nome destes lubrificantes é multígrados e sua especificação é composta por dois números separados por um W(winter, inverno em inglês). Em um óleo SAE 5W40, a especificação informa que funcionando a frio ele se comporta com um óleo SAE 5(muito fluído), e em temperatura de trabalho(quente) ele se comporta como um óleo SAE 40(Viscoso). Não utilizar o óleo com a especificação SAE correta pode causar consumo excessivo de óleo ou alto consumo de combustível e desempenho inferior ao normal, levando então a redução da vida útil do motor.
Especificação API: Trata-se da especificação de desempenho do óleo lubrificante do motor, é composta por duas letras, a primeira é o S(service station) e a segunda letra é de acordo com a ordem crescente do alfabeto. Isto significa que cada letra representa o nível de desempenho do óleo para os fatores aditivos, proteção contra corrosão, formação de depósitos(as borras), dispersão e etc. Todo motor possuí um nível API especificado para ser utilizado, e que também deve ser seguido com rigorosidade. Utilizar um óleo com nível de desempenho abaixo do especificado pode gerar alto consumo de combustível, acumulo excessivo de borra e redução da vida útil do motor.
Padrões e normas das montadoras: Eis um ponto importante que poucas pessoas e até mesmo mecânicos levam em consideração. Toda montadora possui suas próprias normas e padrões, seja em processos ou em projetos. Com a parte de lubrificantes não é diferente, os fornecedores devem dispor de produtos que atendam as necessidades das montadoras.
Com as três informações acima você certamente não errará na escolha do seu óleo lubrificante. Mas onde encontrar essas informações ? No manual do proprietário do veículo.
Muitas vezes, como queremos uma resposta de prontidão argumentamos tal assunto com o mecânico da oficina, ou do posto de gasolina, mas na maioria das vezes a resposta que temos não é a esperada. Tudo que temos que fazer é consultar o manual do proprietário do veículo, simples assim! Como dizia um professor meu:

“A diferença das pessoas para as coisas, é que as coisas possuem manual de instruções”
E ele realmente está correto, ao invés de sair perguntando, procure no seu manual, nele você encontra as especificações SAE, API e as normas da montadora.

As normas de fábrica geralmente são pouco percebidas, são representadas por códigos numéricos, mas são destacadas para facilitar a procura. Muitas vezes ocorre de estarmos com um óleo que segue as especificações SAE e API do seu carro, mas que não está de acordo com as normas da montadora, que também é exigida.

Para isso você deve localizar essas informações no frasco do óleo lubrificante, SAE e API estão logo na frente do frasco e são facilmente percebidas, mas em qual padrão ou norma o óleo atende ? E de qual montadora ? Onde estes dados estão localizados(no frasco do óleo) ? Geralmente, estão parte de trás do frasco.

Vamos pegar como exemplo um Volkswagen Gol 1.0 2008:

O manual de instruções do veículo contém todas as informações necessárias para você escolher qual lubrificante utilizar no motor do seu veículo.

Localizando no manual do proprietário é informado de que o veículo pode atender a três especificação SAE, mas apenas uma API. São elas:

5W40 SJ;
10W40 SJ;
15W40 SJ.
Na mesma seção é possível ver que a Volkswagen menciona que o óleo utilizado deve atender a norma VW 502 00. Pronto, agora você tem as informações necessárias para comprar o óleo ideal para o seu carro, sem que necessariamente seja na concessionária. Apenas verifique no frasco do óleo se ele atende estas especificações, vejamos um exemplo também da Volkswagen:

O óleo utilizado em um Gol 1.0 2008, veja a especificação SAE e API na embalagem do rótulo:

Repare que em níveis e normas, você pode observar que esse lubrificante atende a norma VW 502 00 e outras normas de outras marcas.

Percebeu como não existe segredo ? Escolher o melhor óleo e com o melhor preço para o seu carro depende de você pesquisar os estabelecimentos que vendem com o preço mais baixo, e que também disponibilizem o lubrificante que atenda as especificações do seu motor e as normas da marca do mesmo, e claro, de você saber ler as especificações de um óleo e se é ou não adequado ao seu veículo.

Fonte: http://goo.gl/Qivj0O

quarta-feira, 20 de maio de 2015

QUAL É O MOMENTO CERTO PARA TROCAR A MARCHA E ALCANÇAR O MÁXIMO DE ECONOMIA?


“Para alcançar melhor rendimento, o recomendado é realizar a mudança de marchas na condição de torque máximo”, aconselha Edson Orikassa, diretor técnico da Associação Brasileira de Engenharia (AEA).
O especialista, no entato, alerta para um detalhe fundamental, se a intenção do motorista é economizar combustível: “Não adianta querer chegar à faixa de rotação ideal pisando de uma só vez no acelerador. O ideal é que a aceleração seja feita de forma progressiva”, afirma.
De acordo com Orikassa, “pisar” de forma suave é mais eficiente do que procurar mudar de marcha nas condições de torque indicadas. Mas, se a intenção é otimizar a gasolina ou o etanol, o ideal é tentar casar as duas coisas: aceleração gradual à faixa máxima de torque.

Fonte: http://goo.gl/ol55Cq

terça-feira, 19 de maio de 2015

Adesivos nos carros podem exigir mudança no documento

O adesivamento automotivo está para os carros como uma tatuagem está para uma pessoa: dá um toque de exclusividade. Mas caso os adesivos alterem mais de 50% da cor original, é preciso procurar o Detran.

A diferença básica entre o envelopamento e o adesivamento é a finalidade. Enquanto no envelopamento objetiva-se cobrir toda a superfície do automóvel, no adesivamento o objetivo é personalizar algumas partes.

O adesivamento automotivo geralmente não necessita de ajustes de documentação. Mas se os adesivos ultrapassarem 50% da cor que consta no documento original, é necessário mudar a documentação junto ao Detran.

A técnica de adesivamento não altera, modifica ou arranha a pintura do carro. A cola utilizada é produzida com a preocupação de conservar a tinta do carro. O único inconveniente pode vir pelo tempo de incidência do sol. Após alguns anos, a tinta abaixo do adesivo pode parecer mais conservada do que a do restante do carro.

Para a retirada do adesivo, apesar de simples, é indicado que o trabalho seja feito por um profissional. “Usa-se o calor, através de um soprador térmico. Existe a preocupação em se angular a puxada aos 45° para que assim, obtenha-se a máxima eficiência de remoção”, explica o gerente de produto da divisão de Gráficos Comerciais da 3M, Eduardo Zappa.

|Fonte: http://goo.gl/Faumxk|

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Cinto de segurança do carro deve ser checado todo ano

Eles costumam ser lembrados pelos motoristas somente em situações de emergência. Mas além de obrigatórios, os cintos de segurança dos carros devem estar em boas condições para cumprirem seu papel. Veja, abaixo, dicas para não ter surpresas.

Manutenção: os cintos devem ser checados uma vez por ano, recomendam as montadoras. É importante verificar o estado do cinto em si (também chamado de cadarço) para ver se não há partes rasgadas ou descosturadas
Manutenção: os cintos devem ser checados uma vez por ano, recomendam as montadoras. É importante verificar o estado do cinto em si (também chamado de cadarço) para ver se não há partes rasgadas ou descosturadas
Foto: Shutterstock
Manutenção: os cintos devem ser checados uma vez por ano, recomendam as montadoras. É importante verificar o estado do cinto em si (também chamado de cadarço) para ver se não há partes rasgadas ou descosturadas.

Torcido: evite usar o cinto de segurança quando este estiver torcido. Desta forma ele não cumpre sua função corretamente. Em caso de uma colisão, ele pode até ferir o ocupante.

Engates: é preciso verificar se os engates não estão com folga e se estão bem presos à carroceria do carro.

Troca: em caso de acidentes, a recomendação é trocar os cintos, mesmo que não existam problemas aparentes.

Limpeza: deve-se tomar cuidado para evitar a contaminação do cinto com produtos para polimento, óleos, produtos químicos e especialmente com solução de bateria. A limpeza pode ser feita com segurança utilizando-se sabão neutro e água morna. Nunca utilize água sanitária.

Fecho: certifique-se que não haja nada dentro do fecho. Neste caso, o cinto de segurança não poderá ser afivelado corretamente.

Sujeira: atenção em relação à limpeza dos cintos. A sujeira pode obstruir o seu enrolamento automático. Resíduos também danificam o material do cadarço, provocando uma corrosão e o rompimento na hora de um choque. Se seu carro pega muita poeira com os vidros abertos ou se foi molhado por dentro, é recomendado fazer uma lavagem. Para lavar, o cadarço deve ser puxado todo para fora, limpo e guardado somente depois de seco.

Nunca consertar: cintos de segurança jamais devem ser consertados. Em casos de defeito no pano ou em alguma peça, a parte defeituosa deve ser imediatamente trocada por um modelo igual ao recomendado pela montadora. O cadarço nunca deve ser costurado.

Fonte: http://goo.gl/eIYTKB