sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Sistema elétrico dos carros precisa de revisão periódica



O sistema elétrico dos carros é o grande responsável por controlar toda a tecnologia instalada nos modelos. O problema é que, com essas tarefas, as chances de pane são grandes devido à quantidade de energia empregada nesses apetrechos tecnológicos. Por isso, são necessárias revisões periódicas.

As panes elétricas são as causas mais comuns de problemas no carro. Isso acontece por conta do uso severo do veículo, como longos engarrafamentos em estradas. A verificação do sistema elétrico deve ser feita regularmente, explica Antônio Gaspar de Oliveira, diretor do Sindirepa-SP, o Sindicato dos Mecânicos de São Paulo. “É ideal que a revisão de todo o sistema seja feita a cada seis meses por conta do uso excessivo dos carros. Com a correria do dia a dia, fica difícil realizar essa avaliação tão periodicamente, então se deve revisar sempre que a bateria concluir um ciclo, que geralmente dura dois anos”.

O alternador é peça-chave nesse sistema. É ele que abastece os componentes eletrônicos quando o motor está em funcionamento. Além disso, produz a energia usada para recarregar a bateria. Portanto, quando o problema está localizado nessa peça, a recarga da bateria fica comprometida, afetando todo o sistema. Fique atento à correia do alternador. Caso ela arrebente, a bateria não irá carregar e, em breve, o veículo irá parar de funcionar. Recomenda-se a revisão da correia a cada 10 mil quilômetros ou seis meses.

Bateria

A bateria é a responsável por alimentar todo o sistema quando o carro está desligado e, por conta disso, pode sofrer panes. Ligar e desligar o motor sucessivamente durante os congestionamentos podem prejudicar a bateria. Aquele hábito de deixar o som ligado com o carro desligado também pode comprometer a bateria. Deve-se evitar deixar luzes, faróis, lanternas e som ligados com o carro parado. Assim, o desperdício de energia é evitado, diminuindo as chances de colapso.

Observar o painel é fundamental para identificar problemas elétricos, observa Gaspar. “O carro fala com o motorista. O motorista que geralmente não entende o que se passa com o veículo. É imprescindível que o condutor fique atento aos sinais luminosos no painel. Sempre que houver um problema elétrico, uma luz vermelha, em formato de bateria, ficará acesa. Esse é o sinal de que algo não está dentro do normal e de que se deve procurar uma auto elétrica” concluiu o especialista.

|Fonte: http://goo.gl/TFkwns|

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Você sabia que é melhor calibrar o pneu pela manhã? Veja dicas




Pneu calibrado corretamente tem pelo menos mais 25% de vida útil
É muito comum calibrar os pneus a qualquer horário do dia, em postos de combustível. Contudo, esse costume não é somente incorreto como pode prejudicar a carcaça – a parte mais resistente do pneu, que retém o ar sob pressão e suporta o peso total do veículo. Com esta parte da estrutura prejudicada, a vida útil do pneu diminui.Calibragem de pneus

Calibragem deve ser realizada em locais especializados, de preferência pela manhã, com os pneus frios

De acordo com a gerente comercial da filial Porto Alegre da DPaschoal Cláudia Marin, o problema do calibrador do posto de combustível é sua falta de precisão. “O calibrador precisa ser aferido semanalmente para ver se não tem partículas de água nas mangueiras, que ficam funcionando o dia todo”, explica. Segundo ela, o procedimento correto é fazer a calibragem em empresas ou locais que comercializam pneus, onde o calibrador passa diariamente pela sangria – a retirada do excesso de umidade no compressor para que, durante o processo de calibragem, não seja repassado ar com água para os pneus.

Mas há outro fator ainda mais importante que contribui para a fadiga dos componentes: a calibragem com os pneus aquecidos. A indicação, conforme Cláudia Marin, é calibrar somente quando os pneus estiverem frios – ou seja, em geral, pela manhã –, porque as partículas de ar dentro da câmara estão mais estáveis. “Se o pneu está aquecido, as partículas estão agitadas, com mais pressão, e a oscilação é grande”, esclarece. Isso faz com que a calibragem pareça uma coisa e seja outra: “Você põe a mangueira e dá a impressão de que está colocando ar, mas na verdade está é saindo ar”. Ou seja, você observa o calibrador marcando 28 mas a pressão está em 22, um valor abaixo do recomendado.

Quanto maior a quantidade de carga, mais ar deve ser colocado nos pneus, especialmente nos da parte traseira, para evitar a fadiga dos componentes do material. A gerente ensina que, conforme o peso da carga, é aconselhável às vezes que se ponha 2 a 3 libras a mais no conjunto traseiro, especialmente quando se vai viajar. Embora a duração de um pneu dependa de variáveis como peso de carga, temperatura e pressão, o uso correto da calibragem garante a eles pelo menos 25% mais de vida útil, um percentual que vale a pena ser considerado.

Os parâmetros recomendados para a pressão variam de acordo com fatores como modelo do veículo, potência do motor e índice de carga, além das recomendações do próprio fabricante. Em condições normais, as recomendações de pressão são as seguintes:*

- Aro 13: em média, 26 libras
- Aro 14: 28 a 30 libras
- Aro 15: 28 a 31 libras

Fonte: http://goo.gl/oD5CYI

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Solução caseira resolve amarelados dos faróis



Problema que deixa o carro com um aspecto feio e influencia na visibilidade dos motoristas, o amarelado dos faróis pode resolvido em casa. Com um pouco de tempo livre, disposição e os materiais corretos, fica fácil acabar com esse defeito que tanto influencia na estética do carro.

Além de deixar o carro com um aspecto de velho, a lente amarelada pode prejudicar a visão do motorista durante o tráfego noturno. Por conta da aparência fosca, o farol perde seu facho de luz e não ilumina corretamente o caminho. Em determinados trechos de uma estrada mais escura, o condutor pode ficar em situação perigosa.

Solução caseira

Com um pouco de força de vontade e os materiais corretos, é possível realizar um procedimento 100% caseiro e obter uma grande melhora no aspecto do farol. Com uma lixa d’água de número 1100 (encontrada em casas especializadas em lanternagem e pintura), massa de polir, estopa, um pano seco e limpo e água, o procedimento já pode ser realizado.

Primeiramente, molhe o farol para que a lixa faça efeito. Após molhar, lixe e continue atento se a superfície se encontra molhada. Ao perceber que o local começa a secar, molhe novamente para não perder o efeito da lixa. Após lixar durante aproximadamente 10 minutos toda a área do farol, chega a hora de secar. Não se preocupe, o aspecto ficará embaçado, mas essa é a dica que tudo ocorreu normalmente.

Após a secagem, aplique a massa de polir no farol e com a estopa, esfregue com força. Assim, a massa entra em atrito com a sujeira e a retira. Após esfregar, lave e veja se o resultado ficou com o esperado. Se não ficar satisfeito, faça novamente o processo da massa de polir mais a estopa até que se alcance a transparência correta.

Fonte: http://goo.gl/036xMr

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Dicas para escolher e contratar a oficina mecânica sem ser enganado


Histórias não faltam de pessoas que precisaram consertar o carro e depois descobriram que foram lesadas pela oficina. Peças que não precisariam mas foram trocadas, itens com preço de original que na realidade não eram, valores fora do padrão, e por aí a lista segue. Para evitar esse tipo de situação, o Procon de São Paulo dá dicas de como escolher a oficina mecânica e o que fazer para se resguardar contra picaretas.
A primeira orientação é procurar uma empresa a partir da indicação de conhecidos que já tenham utilizado os serviços e estejam satisfeitos. O cliente novo deve visitar o lugar, verificando se o estabelecimento é organizado e se tem ferramentas e equipamentos básicos. Além disso, quem vai contratar a oficina deve pesquisar preços e qualidade.
Foi o que a estudante Poliana Ribeiro, dona de um VW Fusca, fez quando precisou levá-lo ao mecânico pela primeira vez. Ela recebeu uma indicação da tia e visitou outros dois lugares. "Mas nao gostei do atendimento nem do preço, por isso optei pela que minha tia sugeriu", conta. Satisfeita com o serviço feito em Ismael, nome do carro ano 1975, Poliana passou a utilizar sempre a mesma oficina. "E eles aceitam cartão de crédito", completa.
Orçamento 
O Procon recomenda que antes de contratar a execução do conserto, o cliente peça um orçamento formal. Nele vêm listados os serviços que precisam ser executados, as peças com defeito e os valores de cada item, incluindo a mão-de-obra. O documento serve para que o motorista saiba quanto vai gastar, e também para que a oficina não cobre, no final, por peças ou consertos que não faziam parte do contratado.
Para Alessandra Félix, editora do site Não, não para, o orçamento tem ainda outra função: comparar o que cada mecânico diz que precisa ser feito e certificar-se de que ninguém está sugerindo a troca de nada que não seja essencial. "O que faço e que sempre dá certo é ir em três oficinas, anotar os preços e o que cada um delas diz que precisa ser mudado", conta a dona de um Astra 2008.
Peças originais Outro cuidado que Alessandra tem e que está na lista de dicas do Procon é comprar as peças que precisam trocadas, em vez de deixar isso a cargo da oficina e só pagar tudo junto no final. "Eu mesma vou na loja de autopeças e compro os itens originais, pra não correr o risco de colocarem peças de segunda linha", justifica a editora. Além disso, o serviço de Proteção e Defesa do Consumidor alerta que, quando é a oficina que adquire as peças, elas em geral têm valor mais alto do que se o cliente fizer a compra.
Quem preferir deixar a cargo do mecânico comprar o que é necessário, deve deixar claro se quer itens originais e novos - de acordo com o Artigo 21 do Código de Defesa do Consumidor, se o cliente não fala nada a respeito as peças devem ser originais. Se o dono do veículo aceitar o uso de itens recondicionados, deverá deixar uma autorização por escrito com a oficina.
Em ambos os casos, o Procon recomenda que, ao final do serviço, o cliente exija as peças antigas de volta - uma forma de certificar-se de que elas foram realmente trocadas, e de que não serão vendidas a outro consumidor.
Autorizadas 
O Procon alerta, ainda, que alguns carros importados e alguns equipamentos, como injeção eletrônica, só devem ser consertados por oficinas especializadas. Para esse tipo de serviço, Alessandra realmente prefere levar o Chevrolet Astra na autorizada. "Mas tem que ser coisa grave, como câmbio automático", esclarece.
Já a jornalista Renuska Celidônio leva seu Ford Ka 2009 sempre na oficina da fábrica. "Não entendo de carro, não saberia o que precisa ser feito nem em que tipo de oficina levá-lo", explica.
Mulheres Para Alessandra, as mulheres devem ter um cuidado especial quanto a oficinas. "Ainda existe o preconceito de que mulheres não entendem nada de carros e por isso podem ser exploradas ou enganadas", argumenta. Ela mesma já passou por duas situações, de troca desnecessária de peças e de preços mais altos que o normal, só por ser mulher. Mas hoje, como entende um pouco sobre o funcionamento do veículo, diz que é tranquilo.
"Na pior das hipoteses sei interpretar os barulhos e o que vai precisar ser verificado quando eles aparecem", explica Alessandra, que costuma viajar de carro e relata suas aventuras no Viagem a Dois, blog sobre viagens de carro. Segundo ela, o conhecimento de mecânica vem da lida com carros como Opala e Fusca, dos quais já foi proprietária, além do Apollo 1992, que tem hoje, herança do avô. "Quem tem e gosta desses tipos de carro não têm como não saber como funciona um motor", continua.
Garantia de 90 dias Todos os serviços realizados pela oficina, de acordo com o Procon, têm garantia de 90 dias, independente do que o estabelecimento diga. Se o serviço não estiver de acordo, a oficina é obrigada a refazê-lo gratuitamente, devolver o dinheiro, ou devolver a diferença de valor entre o que foi contratado e o que acabou sendo executado.
Para ter direito a garantia, o serviço de Proteção e Defesa do Consumidor alerta que é necessário pedir a nota fiscal. O documento traz a lista de consertos realizados e de peças trocadas, além dos valores correspondentes. Sem ele, não há como cobrar legalmente quando há algum problema.
Outras recomendações - Verifique se a oficina cobra ou não para fazer o orçamento antes de solicitá-lo;
- Se estiver na dúvida quanto à idoneidade da empresa, ligue e consulte o banco de dados do Procon;
- Quando deixar o carro na oficina, solicite um documento relatando as condições gerais do veículo, fazendo constar também a quilometragem e o nível de combustível;
- Antes de retirar o automóvel da oficina, verifique se ele se encontra nas mesmas condições em que foi deixado, checando se não há arranhões, amassados ou outros estragos;
- Se o conserto solicitado for de funilaria, observe o reparo à luz do dia;
- Se o problema era mecânico, dê algumas voltas na quadra para garantir que a questão foi sanada;
- Observe se tudo o que foi contratado foi, de fato, realizado, e só retire o carro se estiver tudo de acordo;
- Se a oficina não executou todos os serviços, recuse-se a levar o veículo e faça um documento explicando os motivos de sua recusa - e não esqueça de fazer o dono do estabelecimento assinar o papel, dando ciência das razões;
- Se não houver acordo com a oficina, registre boletim de ocorrência na delegacia de polícia mais próxima;
- Em caso de dúvidas, procure o Procon pelo telefone ou pessoalmente.

Fonte: http://goo.gl/WT4UJR

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

7 DICAS PARA CURTIR SUA MOTO SEM PERIGO


Boa parte dos acidentes pode ser evitada se o condutor da motocicleta estiver preparado e atento aos possíveis imprevistos do trânsito.
Para garantir tranquilidade e segurança na pista, confira 7 dicas simples de serem seguidas:
Equipamento de segurança
1. Sempre saia com capacete, tanto o condutor quanto o passageiro. Os modelos com adesivo refletivo facilitam que você seja visto por outros motoristas.
2. Se possível, procure usar pelo menos uma peça de roupa mais clara. Este cuidado facilita que sua motocicleta seja vista por todos.
Comportamento do motociclista
3. Procure manter o farol aceso também durante o dia para facilitar que os motoristas de carros e veículos grandes possam vê-lo.
4. Fuja dos pontos cegos dos outros veículos e prefira manter-se à direita em pistas rápidas.
5. Mantenha distância segura do veículo à sua frente e, conforme a velocidade aumenta, amplie ainda mais este espaço entre vocês.
Atenção nas pistas
6. Estradas com pouca manutenção ou que são antigas pode ter pontos de desgaste na junção de placas de concreto – o que rapidamente se transforma em armadilha do trânsito. Fique atento a estes locais para que possa desviar ou atravessar com cuidado.
7. Cascalhos na pista que ainda não se misturaram com a terra dificultam o equilíbrio e o controle da motocicleta. Procure manter aceleração constante e evite frear sem motivo.,

Fonte: http://goo.gl/QkhMKv

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

HÁ DIFERENÇA NA PRESSÃO DE CALIBRAGEM DOS PNEUS NO VERÃO E NO INVERNO?

Apesar da física dizer que o aumento ou a diminuição do calor alteram o volume e a pressão dos gases, Flávio Santana, gerente de produtos da Michelin, garante que a variação de temperatura externa não altera a pressão no interior dos pneus, pois o volume de ar no interior do componente é pequeno. “Mesmo em países mais frios, com temperaturas abaixo de zero, essa diferença não existe. A variação precisaria ser maior que 60ºC”, explica o especialista.
Santana aproveita para lembrar que o ideal é calibrar os pneus quando estiverem frios, isto é, terem rodado menos de três quilômetros em baixa velocidade ou depois de parados por mais de duas horas. “Se isso não for possível, é aconselhável acrescentar 4 psi na pressão recomendada no manual do proprietário do modelo”, diz.

Fonte: http://goo.gl/Hui6Le

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Veja 15 dicas para economizar combustível no carro

Da maneira de dirigir à escolha da gasolina, saiba o que pode trazer economia de consumo





Não existe mágica. A receita para economizar combustível com seu carro é a combinação de três atitudes: dirigir de maneira correta, manutenção em dia e tomar cuidado ao escolher o combustível na hora de abastecer. Práticas simples, como calibrar os pneus, podem fazer muita diferença no consumo. Ouvimos especialistas e separamos 15 dicas que podem fazer você poupar dinheiro nas próximas paradas em um posto.

1 - Pneus calibrados - Pneus murchos ou com a calibragem errada influenciam diretamente no consumo. A calibragem deve ser feita no máximo a cada 15 dias, seguindo as orientações das montadoras para pressão, que é diferente para traseira e dianteira e se o veículo está carregado ou não. A indicação de calibragem está no manual do proprietário ou em um adesivo na tampa do tanque ou na porta carro. Os pneus podem ser responsáveis por até 20% do consumo.

2 - Peso - A lógica é simples. Um carro mais pesado precisa de maior aceleração para movimentar-se. Quando mais carregado, mais o veículo consome. Por isso, é fundamental observar no manual do proprietário o peso máximo recomendado pelas montadoras. Estudos mostram que 40 quilos de excesso de peso aumentam o consumo em até 2%. Faça uma revisão nos objetos inúteis deixados no porta-malas.

3 - Troca de marcha - A troca de marcha faz muita diferença no consumo. Todos os veículos trazem no manual do proprietário a velocidade certa para a mudança, que deve levar em conta o torque do carro. Um carro a 40 km/h não pode estar em 5ª marcha, por exemplo. Assim como você não deve chegar a 100 km/h em segunda. Nos dois casos estará gastando mais do que o necessário. O uso do câmbio de ser suave, sem necessidade de “espichar” até o fim.

4 - Aceleradas - Evite aceleradas bruscas e desnecessárias. Isso afetará muito a média de combustível. Também não há necessidade de ficar aquecendo o carro pela manhã antes de sair da garagem. Nos modelos com injeção esse aquecimento é feito automaticamente pelo sistema. Nos carros zero quilômetro é recomendado deixar o veículo ligado na primeira partida por alguns minutos nos primeiros 1 mil quilômetros. No demais, basta ligar e sair rodando.

5 - Aditivada - Em um primeiro momento, a aditivada não influencia no consumo do carro. A função dela é manter a limpeza e preservar o motor. Mas um motor mais limpo e sem desgaste pode apresentar melhora de desempenho, o que inclui economia de combustível a médio prazo.

6 - Velas - As velas estão entre os itens de manutenção que mais influenciam no consumo dos carros. Elas precisam ser trocadas exatamente com a quilometragem recomendada pela montadora, que varia de modelo para modelo. E quando uma estragar, todo o jogo deve ser substituído por peças com as mesmas especificações. A função das velas é gerar energia na câmara de combustão para iniciar a queima da mistura ar/combustível. Se ela está ruim, essa queima fica irregular, o que reflete diretamente no aumento do combustível injetado.

7 - Vidros abertos - Andar com os vidros abertos interfere na aerodinâmica do carro e no consumo de combustível, especialmente a mais de 80 km/h.

8 - Evite apetrechos - Antes de instalar qualquer acessório no carro, consulte um especialista. Objetos que mudam as características originais tendem a provocar maior resistência contra o ar. Aerofólios, suportes e rodas fora do padrão, por exemplo, influenciam diretamente na aerodinâmica e, consequentemente, no aumento do consumo.

9 - Combustível de boa qualidade - Nada mais prejudicial para o carro do que combustível batizado. Gasolina com querosene ou etanol com água interferem muito na média de combustível porque a leitura do sistema de injeção eletrônica é afetada pela composição errada. Por isso, abasteça sempre em postos com o selo da ANP e dê preferência a grandes redes.

10 - Atenção no trânsito - Seu comportamento no trânsito é fundamental para economia de combustível. Próximos aos semáforos, por exemplo, diminua a velocidade se o sinal estiver vermelho. Assim, não é preciso parar completamente e a retomada da velocidade será mais suave. Evite aquele ziguezague entre os carros. Isso só causa estresse e aceleradas desnecessárias. E abandone o hábito de acelerar o carro antes de desligá-lo.

11 - Filtros - Os filtros de ar e combustível precisam ser trocados nas datas previstas pelas montadoras, sem desculpas. Em caso de entupimento, eles interferem diretamente na mistura de ar e combustível na câmara de combustão, o que faz o veículo gastar mais, já que a mistura fica irregular.

12 - Ar condicionado - Você não vai passar calor, claro. Mas em dias de temperaturas amenas é possível desligar o ar condicionado. Ele aumenta, em média, 20% o consumo do veículo.

13- Sem banguela - Aquele costume antigo de deixar o carro em ponto morto em descidas, a “banguela”, é coisa do passado. O veículo deve ficar sempre engrenado. Assim, gasta menos combustível do que se estiver em ponto motor. A injeção eletrônica identifica que não é preciso aceleração e corta o combustível. Evitar a banguela também é questão de segurança porque o carro aproveita o freio-motor.

14 - Rodas alinhadas - O alinhamento das rodas é fundamental para aerodinâmica do carro. Se o veículo está fora de geometria, as rodas serão arrastadas, em vez de somente girar. Automóvel alinhado, sim, economiza combustível.

15 - Excesso de velocidade - Para sua segurança e economia, respeite os limites de velocidade. Um carro consome cerca de 20% a mais quando está a 100 km/h do que quando está a 80 km/h.

Fonte: http://goo.gl/6J94JZ